Posts Tagged ‘goal’

Ficha Tecnica: Guangzhou 1 x 1 FC Seoul


.:: Champions League da Ásia 2013 ::.

Jogadores do Guangzhou comemora a conquista da Champions League da Ásia.
Crédito da Imagem: www.facebook.com/afc/cbs
Ficha Tecnica
Guangzhou 1 x 1 FC Seoul
Liga dos Campeões da AFC de 2013 – Final
Match Report
• Competição (Tournament): Liga dos Campeões da AFC de 2013 – Final – 2º Jogo
• Data (Date): Sábado, 9 de Novembro de 2013 – 20:00 (UTC+8)
• Estádio (Stadium): Estádio Tianhe, Cantão (China)
• Público (Attendance): 55.847 pagantes
• Árbitro (Referee): Nawaf Shukralla (Bahrein/BHR)
• Assistente 1 (Assistant Referee 1): Yasser Khalil Abdulla Tuilefat (Bahrein/BHR)
• Assistente 2 (Assistant Referee 2): Ebrahim Mubarak Moosa Saleh (Bahrein/BHR)
• 4º Árbitro (Fourth Oficial): Ali Hasam Ebrahim Abdulnabi (Bahrein/BHR)
• Advertências (Cautions): Linping 33′, Sung 45’+1, Jin Kyu 65′ e Chen 93′
• Expulsão (Sent Off): Nenhuma
Gols | Goals | Guangzhou Gols | Goals | FC Seoul
1-0 Elkeson, aos 14’/2º 1-1 Damjanović, aos 18’/2º
Guangzhou Evergrande Football Club Seoul
Go
Df
Df
Df
Df
Mc
Mc
Mc
Mc
At
At
19 Zeng Cheng;
05 Zhang Linpeng,
06 Feng Xiaoting,
28 Kim Young-Gwon e
32 Sun Xiang;
10 Zheng Zhi ©,
16 Huang Bowen,
37 Zhao Xuri (Gao Lin, 67′) e
15 Darío Conca;
09 Elkeson,
11 Muriqui (Qin Sheng, 90′).
Go
Ld
Za
Za
Le
Mc
Mc
Mc
Mc
At
At
01 Kim Yong-Dae;
04 Kim Ju-Young,
05 Cha Du-Ri,
06 Kim Jin-Kyu e
08 Adilson dos Santos;
11 Mauricio Molina,
16 Ha Dae-Sung © (Hyun-Tae, 84′),
21 Ko Yo-Han (Yun Il-Lok, ht) e
22 Koh Myong-Jin;
09 Sergio Escudero e
10 Dejan Damjanović.
Coach: Marcello Lippi Coach: Choi Yong-Soo
GO
DF
DF
MC
MC
MC
AT
22 China Li Shuai
04 Zhao Peng
33 Rong Hao
07 Feng Junyan
08 Qin Sheng, aos 44’/2º
14 Feng Renliang
29 Gao Lin, aos 21’/2º
GO
DF
DF
MC
MC
MC
AT
31 Yu Sang-Hun
02 Choi Hyo-Jin
07 Kim Chi-Woo
17 Choi Hyun-Tae. aos 38’/2º
24 Yun Il-Lok, no Intervalo
33 Choi Tae-Uk
14 Park Hee-Seong
Observações
# Com esse resultado o Guangzhou Evergrande sahtrou-se campeão da competição garantiu uma vaga no Mundial de Clubes FIFA em dezembro, no Marrocos.
# AFC Man of the Match: Darío Leonardo Conca (Guangzhou Evergrande).
# Fans’ Man of the Match: Zheng Zhi (Guangzhou Evergrande).
# Marcello Lippi tornou-se o 1º técnico a conquistar a Champions League Européia e Asiática.
# Súmula (Match Report): www.the-afc.com
# Referencias: www.wikipedia.org/2013-AFC-Champions-League
# Todos os Jogos do Ceará SC: www.cearascpedia.wordpress.com
Tempo Normal Prorrogação Penalidades
1º T 2º T Final 1º T 2º T Final Time A Time B
0 x 0 1 x 1 1 x 1

.:: Galeria – Pictures ::.

Guangzhou Evergrande Football Club Seoul

.:: Seleção Brasileira ::.
Confira todos os jogos da Seleção Brasileira de futebol cinco vezes campeã mundial. Jogos amistosos oficiais e não oficiais; Eliminatórias da Copa; Copa do Mundo, Copa América, Copa das Confederações, Torneios, Torneio Pré-Olímpico, Jogos Olímpicos, Jogos Pan-Americanos; Seleção Brasileira Feminina, Sub 17, Sub 20 e muito mais confira: www.jogosdaselecaobrasileira.wordpress.com
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Ficha Tecnica: Nigéria 3 x 0 México


.:: Mundial Sub 17 de 2013 ::.

Jogadorrs da Nigéria comemoram a conquista do tútulo mundial.
Crédito da Imagem: www.fifa.com/u17worldcup
Ficha Tecnica
Nigéria 3 x 0 México
Campeonato Mundial FIFA Sub 17
Match Report
• Competição (Tournament): Campeonato Mundial sub 17 de 2013 – Final
• Data (Date): Sexta-Feira, 8 de Novembro de 2013, as 14:00 hs (de Brasília)
• Estádio (Stadium): Mohammad Bin Zayed Stadium, em Abu Dhabi (EAU)
• Público (Attendance): 20.018 pagantes
• Árbitro (Referee): Craig THOMSON (Escócia/SCO)
• Assistente 1 (Assistant Referee 1): Derek ROSE (Escócia/SCO)
• Assistente 2 (Assistant Referee 2): Alan MULVANNY (Escócia/SCO)
• 4º Árbitro (Fourth Oficial): Norbert HAUATA (Tailândia/TAH)
• Advertências (Cautions): Rivas 35′, Aguirre 58′ e Granados 84′
• Expulsão (Sent Off): Nenhuma
Gols | Goals | Nigéria Gols | Goals | México
1-0 Erick Aguirre (ctr), aos 8’/1º
2-0 Kelechi Iheanacho, aos 10’/2º
2-0 Musa Muhhamed (Falta), aos 35’/2º
Nigéria – NGA México – MEX
GO
DF
DF
DF
DF
MC
MC
MC
MC
AT
AT
01 Dele ALAMPASU;
02 Musa MUHAMMED ©,
06 Aliyu ABUBAKAR,
19 Zaharaddeen BELLO e
04 Akinjide IDOWU;
03 Samuel OKON,
08 Abdullahi ALFA (Ezeh, 80′)
10 Kelechi IHEANACHO e
11 Musa YAHAYA;
14 Chidiebere NWAKALI e
18 Taiwo AWONIYI.
GO
DF
DF
DF
DF
MC
MC
MC
MC
AT
AT
01 Raul GUDIÑO:
14 Erick AGUIRRE,
03 Salomon WBIAS,
04 Pedro TERAN e
05 Osvaldo RODRIGUEZ;
16 Ulises RIVAS ©,
18 Omar GOVEA (Hernández, 68′),
19 Ulises JAIMES (Granados, 60′) e
11 Ivan OCHOA;
07 Luis HERNANDEZ (Tovar, HT) e
09 Alejandro DIAZ.
Coach: Manu GARBA Coach: Raul GUTIERREZ
05
07
09
12
13
15
16
17
20
21
Denis NYA
Habib MAKANJUOLA
Success ISAAC [machucado]
Chigozi OBASI
Saviour GODWIN
Raymond JAPHET
Abdulazeez ABUBAKAR (GK)
Chidera EZEH, aos 34’/2º
Baba SALIHU
Francis UZOHO (GK)
02
06
08
10
12
13
15
17
20
21
Francisco CALDERÓN
Erich HERNÁNDEZ, aos 22’/2º
José ALMANZA
Marco GRANADOS, aos 14’/2º
Edson RESENDEZ (GK)
José ROBLES
Christian TOVAR, no Intervalo
Jonh GONZÁLEZ
Victor ZUÑIGA
Antonio TORRES (GK)
Observações
# Com esse resultado a Nigéria sagrou-se campeã da competição pela 4ª.
# A Nigéria, agora, tem 4, o Brasil 3 e México 2 títulos da competição.
# Nigéria: Camisa, Calção e Meias Brancas com detalhes Verdes.
# México: Camisa. Calção e Meias Pretos com detalhes vermelho-branco.
# Referencias: www.fifa.com/u17worldcup
Tempo Normal Prorrogação Penalidades
1º T 2º T Final 1º T 2º T Final Normal Altnds Final
1 x 0 2 x 0 3 x 0

.:: Seleção Brasileira ::.
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Ficha Tecnica: Flamengo 2 x 1 Goiás

Elias foi homenageado pela torcida e fez o gol da vitória fo mengão.
Crédito da Imagem: www.lancenet.com.br/Cleber-Mendes-LANCEPress
Ficha Tecnica
Flamengo 2 x 1 Goiás
Copa do Brasil de 2013 – Semifinal
Match Report
• Competição (Tournament): Copa do Brasil de 2013 – Semifinal – 2º Jogo
• Data (Date): Quarta-Feira, 6 de Novembro de 2013, às 21:50 hs (de Brasilia)
• Estádio (Stadium): Mário Filho “Maracanã”, no Rio de Janeiro/RJ
• Público (Attendance): 49.421 pagantes – Renda: R$ 3.375.410,00
• Árbitro (Referee): Leandro Pedro Vuaden/RS (FIFA)
• Assistente 1 (Assistant Referee 1): Carlos Berkenbrock/SC
• Assistente 2 (Assistant Referee 2): Carlos Augusto Nogueira Junior/SP (CBF-1)
• 4º Árbitro (Fourth Oficial): Márcio Chagas da Silva/RS (ASP-FIFA)
• Advertências (Cautions): Carlos Eduardo, Luiz Antonio (FLA)
• Expulsão (Sent Off): Nenhuma
Gols | Goals | Flamengo Gols | Goals | Goiás
1-1 Hernane, aos 13’/1º 1-0 Eduardo Sasha (cab), aos 4’/1º
2-1 Elias, aos 24’/1º
Clube de Regatas do Flamengo Goiás Esporte Clube
Go
Ld
Za
Za
Le
Mc
Mc
Mc
Mc
At
At
48 Paulo Victor;
02 Léo Moura ©,
03 Chicão,
14 Wallace e
27 André Santos;
40 Amaral,
15 Luiz Antonio,
08 Elias e
20 Carlos Eduardo (Diego Silva);
26 Paulinho (González) e
09 Hernane.
Go
Ld
Za
Za
Le
Mc
Mc
Mc
Mc
At
At
01 Renan;
02 Vitor,
03 Rodrigo,
04 Ernando e
06 Mário Sérgio (Ramon);
05 Amaral,
08 David,
11 Eduardo Sasha (Junior Viçosa) e
00 Thiago Mendes;
07 Roni (Wellington Júnior) e
09 Renan Oliveira.
Coach: Jayme de Almeida Coach: Enderson Moreira
04
07
10
17
19
30
34
35
36
37
??
Marcos GONZÁLEZ, aos 44’/2º
Rafinha
Gabriel
Adryan
Marcelo MORENO
Val
Digão
Diego Silva, aos 35’/2º
Rodrigo Frauches
César (gk)
João Kuspiosz (gk)
sb
sb
sb
sb
sb
sb
sb
sb
sb
Welinton Júnior, no Intervalo
Júnior Viçosa, aos 13’/2º
Ramon, aos 20’/2º
Araújo
Dudu Cearense
Edson
Paulo
Valmir Lucas
Yuri
Observações
# Com esse resultado o Flamengo classificou-se para a sua sexta final da competição.
# Aos 10/2º o árbitro anulou um gol legítimo de Hernane.
# No jogo anterior, em Goiânia, o Flamengo havia vencido por 2 x 1;
# A final será realizada nos dias 20 e 27/11 contra o Atlético/PR que eliminou o Grêmio/RS.
# Flamengo: Camisa Rubro-Negra, Calção Branco e Meias Rubro-Negras.
# Goiás: Camisa Branca, Calção Verde e Meias Brancas.
# Referências (Match Report): www.soccerway.com/br
# Imagens da Partida: www.lancenet.com.br/galeria
# O Novo Troféu da Copa do Brasil: www.lancenet.com.br/galeria
# Todos os Jogos do Ceará SC: www.cearascpedia.wordpress.com
Tempo Normal Prorrogação Penalidades
1º T 2º T Final 1º T 2º T Final Time A Time B
2 x 1 0 x 0 2 x 1

.:: Seleção Brasileira ::.
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Ficha Tecnica: Guarany de Sobral 2 x 1 Barbalha

Guarasol sai na frente na primeira final da Fares Lopes contra o Barbalha.
Crédito: www.globoesporte.globo.com/ce/Wellington-Macedo
Ficha Técnica
Guarany 2 x 1 Barbalha
Final da Copa Fares Lopes de 2013
Ficha Técnica
• Competição (Tournament): Copa Fares Lores 2013 – Final – 1º Jogo
• Data (Date): Terça Feira, 5 de Novembro de 2013, às 20:30 hs (de Brasilia)
• Estádio (Stadium): Plácido Castelo “Junco”, em Sobral (CE)
• Público (Attendance): 4.875 pagantes – Renda: R$ 57.632,00
• Árbitro (Referee): Cleuton Lima (FCF)
• Assistente 1 (Assistant Referee 1): Tiago Brígido (FCF)
• Assistente 2 (Assistant Referee 2): Nailton Oliveira (FCF)
• Advertências (Cautions): Sem Registro
• Expulsão (Sent Off): Washington Luiz (Técnico do Barbalha)
Gols do Guarany Gols do Barbalha
1-0 Fernando Sobral, aos 9’/1º 1-2 Regineldo (cabeça), aos 48´/2º
2-0 Danilo Pitbull, aos 16’/1º
Guarany Sporting Club de Sobral Barbalha Futebol Clube.
GO
DF
DF
DF
DF
MC
MC
MC
MC
AT
AT
Eliardo
Tiago Granja
Breno
Ânderson Rosa
Victor Cearense
Zé Augusto
Fernando Sobral
Junior Cearense (Leandro)
Márcio Tarrafas (Joécio)
Danilo Pitbull (William)
André Cassaco
GO
DF
DF
DF
DF
MC
MC
MC
MC
AT
AT
Vitor Lagoa
Marcos Vinicius
Regineldo
Marcos Paulo
Alisson
Leilson (Édson Carius)
Josivan Pitbull (Paulo Robson)
Serginho
Janeudo
Carlinhos
Juranilson (Romário)
Coach: Argeu dos Santos Coach: Washington Luiz
1
2
3
Leandro, aos 22/1º
Zé William, aos 38’/2º
Joécio, aos 44’/2º
1
2
3
Paulo Robson. aos 19’/1ª
Édson Carius, no Intervalo
Romário. aos 26’/2º
Observações
# Com esse resultado o Guarany joga por um empate, no próximo jogo, pra ser campeão.
# O Barbalha joga por uma vitória por qualquer placar pra ser campeão.
# Quem ganhar a Fares Lopes garante vaga na Copa do Brasil de 2014.
# Guarany: Camisa Rubro-Negra, Calção Preto e Meias Pretas.
# Barbalha: Camisa Tricolor Azul-Branco-Vermelho, Calção e Meias Azuis.
# Referencias: Crédito: www.miseria.com.br

.:: Seleção Brasileira de Futebol ::.
Confira todos os jogos da Seleção Brasileira de futebol cinco vezes campeã mundial. Jogos amistosos oficiais e não oficiais; Eliminatórias da Copa; Copa do Mundo, Copa América, Copa das Confederações, Torneios, Torneio Pré-Olímpico, Jogos Olímpicos, Jogos Pan-Americanos; Seleção Brasileira Feminina, Sub 17, Sub 20 e muito mais confira: www.jogosdaselecaobrasileira.wordpress.com

História e Regras do FUTSAL


.:: Futebol de Salão ou Futsal ::.

Seleção Brasileira de Futsal Feminino, tetracampeã mundial de futsal.
Imagem: globoesporte.globo.com/eventos/futsal/noticia
O Futebol de Salão, também conhecido como FUTSAL, é o futebol adaptado para prática em uma quadra esportiva por times de apenas 5 jogadores. As equipes, tal como no futebol, têm como objetivo colocar a bola na meta adversária, definida por dois postes verticais limitados pela altura por uma trave horizontal. Quando tal objetivo é alcançado, diz-se que um gol foi marcado, e um ponto é adicionado à equipe que o atingiu. O goleiro, último jogador responsável por evitar o gol, é o único autorizado a segurar a bola com as mãos. A partida é ganha pela equipe que marcar o maior número de gols em 40 minutos divididos em dois tempos.
Devido às proporções da área de jogo, o menor número de jogadores e a facilidade em que se pode jogar uma partida, o futsal já é considerado por muitos como o esporte mais praticado do Brasil, superando o futebol que ainda assim é o mais popular.
Desde a sua criação até à actualidade existiram diversas variantes da modalidade assim como diversas designações, cujas regras divergem em alguns pontos. Sensivelmente desde a década de 1990 que a variante da modalidade com maior dimensão e mediatismo é designada de Futsal e é disputada segundo as leis e égide da FIFA, enquanto que a modalidade disputada segundo as leis da Associação Mundial de Futsal (AMF) é designada de Futebol de salão. Existe ainda uma terceira variante da modalidade designada de Showbol (também conhecida como Futebol Indoor (português europeu)) sendo das 3, a que tem menor divulgação mundial.

.:: História ::.

O futebol de salão teria sido inventado por volta de 1934, pelo professor Juan Carlos Ceriani Gravier, da ACM de Montevidéu (Uruguai), dando-lhe o nome de Indoor Football. O Uruguai, nos anos 30, era a grande referência no futebol, sua seleção foi bicampeã olímpica e sede da primeira Copa do Mundo de Futebol, promovida pela FIFA, sendo também a primeira seleção campeã. O futebol estava em alta nos dois países e o intercâmbio dentro da ACMs era constante. Em 1935, os professores João Lotufo e Asdrubal Monteiro, após se graduarem no Instituto Técnico da Federação Sulamericana das ACM como secretários diretores de educação física da ACM, voltaram ao Brasil e introduziram o “Indoor Football” que passou a ser chamado futebol de salão. Por possuir características do regulamento, ainda a iniciar, o pequeno tamanho da quadra e o peso da bola, causavam muitos acidentes pela potência dos chutes.

Já no ano de 1948, passado João Lotufo para Secretário Geral da ACM São Paulo, transferiu Asdrubal Monteiro para o cargo de Diretor de Educação Física, com a proposta de que os dois resolvessem os problemas negativos da prática desse esporte, elaborando assim, um novo regulamento com elementos do futebol, hockey de grama, basquete e waterpolo.

Durante dois anos, Lotufo e Monteiro, estudaram, observaram e ampliaram as novas regras, chegando ao protótipo do esporte que encontramos hoje, ou seja, o limite de cinco jogadores e as marcações da quadra. Ao chegar a um resultado satisfatório, que justificou na publicação dessa regra em 1950, o esporte foi intensamente praticado nas ACM de São Paulo e Rio de Janeiro.

Alterando ao curto prazo. Antes das regras serem estabelecidas, praticava-se futebol de salão com times de cinco a sete jogadores. A bola foi sendo deixada mais pesada numa tentativa de reduzir sua capacidade de saltar e consequentemente suas frequentes saídas de quadra. A “bola pesada” acabou por se tornar uma das mais interessantes características originais do futebol de salão.

Em 1957 surgiu a primeira iniciativa de se uniformizar as regras do esporte, através da criação do Conselho Técnico de Assessores de Futebol de Salão, por Sylvio Pacheco, então presidente da Confederação Brasileira de Desportes (CBD).

Devido a sua praticidade, tanto no reduzido número de jogadores necessários em uma partida, quanto no espaço menor que exigia, o esporte rapidamente adquiriu crescente popularidade, atingindo outras localidades, gerando novos torneios e conquistando adeptos em todas as capitais do país. Em 28 de Julho de 1954 foi fundada a primeira federação do esporte no Brasil, a Federação Metropolitana de futebol de salão, atual Federação de Futebol de Salão do Estado do Rio de Janeiro, tendo Ammy de Moraes como seu primeiro presidente. A Federação Mineira de Futebol de Salão seria fundada nesse mesmo ano, seguida da Federação Paulista, em 1955, e das Federações Cearense, Paranaense, Gaúcha e Baiana, em 1956, a Catarinense e a Norte Rio Grandense, em 1957, a Sergipana em 1959. Nas décadas seguintes seriam gradualmente estabelecidas federações em todos os estados da União.


.:: Futebol de Salão e Futsal ::.

A respeito das divergências históricas, futebol de salão e futsal são tecnicamente o mesmo esporte, especialmente quando se leva em conta que as diferenças, nem sempre tão evidentes a primeira vista, acabam sendo ainda mais embaralhadas pelo emaranhado processo histórico que envolveu o cisma no esporte e pela prática comum nos círculos do esporte. São 5 jogadores para cada lado incluindo o goleiro. Em relação aos tempos são 2 tempos de 20 minutos, fazendo uma partida inteira ser de 40 minutos.

O termo fut-sal foi originalmente cunhado pela FIFUSA em reação à proibição da FIFA de se usar o nome futebol por entidades que não ela própria. No entanto, acabou sendo adotado posteriormente sem o hífen pela própria FIFA, tornando-se assim associado à forma que o esporte adquiriu sob a autoridade desta entidade.

O Futebol de Salão tem como federação nacional a Confederação Nacional de Futebol de Salão, filiada a Associação Mundial de Futsal (AMF), cuja sede situa-se no Paraguai. O Futsal, por sua vez, em sua forma mais difundida hoje é administrado no Brasil pela Confederação Brasileira de Futsal, através da CBF filiada a FIFA.

Embora mantenham em comum sua essência, a criação de algumas regras diferenciadas criou peculiaridades em cada uma das modalidades: o Futsal, com uma bola mais leve e com a valorização do uso dos pés adquiriu maior semelhança com o futebol de campo e ganhou maior dinâmica com novas regras que o tornaram mais ágil, como por exemplo, permitir que o goleiro atue como um jogador de linha quando ele está fora da sua área; o Futebol de Salão, buscando sempre preservar as regras originais, manteve mais as características de um esporte indoor, com um jogo mais no chão, reduzindo o jogo aéreo, devido ao peso da bola, com laterais e escanteios cobrados com as mãos. Dessa forma, a dinâmica do jogo em uma e outra modalidade tornou-se sensivelmente diferenciada. O fato de pertencerem a entidades diferentes, por certo deverá, com o passar do tempo, demarcar modalidades diferenciadas.6

No aspecto dos agrupamentos políticos em torno do esporte, até o final da década de 90 o futebol de salão era administrado por uma entidade chamada Federação Internacional de Futebol de Salão ou simplesmente FIFUSA, com sede no Brasil; quando foi proposto um acordo oficialmente em 2000, pelo qual a FIFUSA se tornaria um departamento da FIFA e esta passaria a comandar o futebol de salão. No entanto, por motivos diversos a parceria não vingou, e cada entidade seguiu seu caminho. A FIFA, contudo, manteve seu projeto criando uma comissão própria da modalidade, mudando o nome do esporte para futsal,7 e atraindo para sua tutela federações nacionais, com a promessa de padronizar as regras e difundir o esporte pelo mundo. À FIFUSA congregou as entidades continentais relacionadas ao futebol de salão e apoiou a criação de novas. Por divergências de seus membros em 2002 a FIFUSA foi sucedida pela AMF, e acabou paralisando suas atividades em 2004. Com a AMF estão as confederações: CSFS – Confederação Sul-Americana de Futebol de Salão, FIFUSA – Federação Internacional de Futebol de Salão, UEFS – União Europeia de Futsal, CPFS – Confederação Pan-Americana de Futebol de Salão, CONCACFUTSAL – Confederação do Norte, América Central e Caribe de Futebol de Salão, CAFUSA – Confederação Africana de Futebol de Salão, CAFS – Confederação Asiática de Futebol de Salão e CFSO – Confederação de Futebol de Salão da Oceania.8


.:: Diferenças do Esporte ::.

Associação Mundial de Futsal (AMF) FIFA Futsal
O Futebol de Salão surgiu na década de 30 sob a direção da FIFUSA, praticado atualmente em muitos países. No Brasil, todas as associações filiadas à Confederação Nacional de Futebol de Salão praticam-no. O último campeonato realizado em 2013, nos Jogos Mundiais na Colômbia, teve a própria Colômbia, atual campeã mundial de 2011 com a medalha de ouro, a Venezuela com a medalha de prata e o Brasil com a medalha de bronze . Em linhas gerais, suas regras são as mesmas que surgiram na década de 50, e que foram adotadas pela FIFUSA, na década de 70. No ano de 2002, a modalidade passou a ser regida pela AMF. O futsal, surgiu no início da década de 90. É resultado de uma fusão entre o futebol de salão, praticado pela FIFUSA e o futebol de cinco, implantado pela FIFA. No Brasil, todas as associações filiadas à Confederação Brasileira de Futsal praticam-no. O último campeonato realizado em 2012, o Mundial de Futsal disputado na Tailândia, organizado pela FIFA teve a equipe do Brasil como campeã, Espanha como vice-campeã e Itália em terceiro lugar. Por extensão, é a modalidade que se pratica nos clubes e escolas brasileiras. Em linhas gerais, suas regras atuais são o resultado de várias modificações ocorridas do início da década de 90 para cá, afim de tornar-se o jogo mais dinâmico.

.:: Quadra ::.

Imagem: image.slidesharecdn.com
Futebol de Salão pela AMF pela FIFA Futsal
A quadra deve medir entre 28 x 16m (mínimo) e 40 x 20m (máximo). Em caso de jogos internacionais, deve medir entre 36m x 18m (mínimo) e 40 x 20m (máximo). A quadra deve medir entre 25 x 15m (mínimo) e 42 x 22m (máximo). Para jogos oficiais o mínimo de comprimento é 30m x 17m. Já para partidas oficiais internacionais o mínimo é de 18m x 38m.

.:: Substituições ::.

Futebol de Salão pela AMF pela FIFA Futsal
# No decorrer da partida cada equipe poderá efetuar substituições ilimitadas.
# As substituições só ocorrem estando o jogo interrompido, com aviso prévio ao anotador, sem qualquer outra hipótese.
# No decorrer da partida cada equipe poderá efetuar substituições ilimitadas.
# As substituições podem ocorrer a qualquer momento, mesmo com a bola rolando.

.:: Cartões ::.

Imagem: www.fabiocoelhoff.blogspot.com.br
Futebol de Salão pela AMF pela FIFA Futsal
# Amarelo: Advertência
# Azul: Desclassificação
# Vermelho: Expulsão
# Amarelo: Advertência
# Vermelho: Expulsão

.:: Escanteio e Lateral ::.

Futebol de Salão pela AMF pela FIFA Futsal
Todas as cobranças de lateral e escanteio são realizadas com as mãos. Todas as cobranças de lateral e escanteio são realizadas com os pés.

.:: Saída ou Tiro de Meta ::.

Futebol de Salão pela AMF pela FIFA Futsal
O tiro de meta é cobrado com a mão, e o goleiro tem que fazer a bola tocar ao solo no seu campo defensivo. O tiro de meta é cobrado com a mão, e o goleiro pode repor a bola em qualquer parte da quadra.

.:: Goleiro ::.

Imagem: www.globoesporte.globo.com/eventos/futsal
Futebol de Salão pela AMF pela FIFA Futsal
# O goleiro pode atuar na linha (mas não pode em hipótese alguma tocar na bola no campo de defesa adversário; caso o goleiro toque na bola no campo de ataque será marcada falta, tiro livre direto e o mesmo será advertido com cartão amarelo);
# Pode trocar de posição com outro jogador (este caso não é considerado como uma substituição), devendo a partida estar paralisada e o árbitro notificado.
# O goleiro pode atuar na linha (mas não pode sair de sua área com a bola. Para atuar fora de sua área, algum jogador de linha tem que tocar a bola pra ele, e ele a receber fora da área).
# Pode trocar de posição com outro jogador sem a necessidade da partida ser paralisada e sem a necessidade do árbitro ser notificado.

.:: Gol – Goal ::.

Futebol de Salão pela AMF pela FIFA Futsal
Os gols podem ser marcados em qualquer parte da quadra, inclusive dentro da grande área. Os gols podem ser marcados em qualquer parte da quadra, inclusive dentro da grande área.

.:: Tiro Penal ou Pênalti ::.

Futebol de Salão pela AMF pela FIFA Futsal
# A área de meta é demarcada por um semi círculo com raio de base a seis metros do centro da linha do gol . O Tiro penal ou o pênalti é cobrado de uma distância de seis metros do gol. O tiro de castigo ou Doble penal é cobrado de um ponto a uma distância de nove metros do gol.
# O goleiro deveria permanecer sobre a sua própria linha de meta entre os postes, de frente para o executor e só poderá se movimentar quando o executor tocar na bola.
# A área de meta é demarcada por um semi círculo com raio de base a seis metros do centro da linha do gol . O Tiro penal ou o pênalti é cobrado de uma distância de seis metros do gol. O tiro de castigo é cobrado de um ponto a uma distância de nove metros do gol.
# É permitido ao goleiro movimentar, desde que esteja com os dois pés na linha de gol.

.:: Fundamentos ::.

Passe: É quando o jogador passa a bola para um companheiro da sua equipe.
Drible: É o ato em que o jogador usa a bola para enganar o adversário, deixando-o para trás.
Finta: É o ato de enganar o adversário sem tocar na bola.
Cabeceio: É a ação de cabecear a bola que tem como objetivo defender ou marcar um gol.
Chute: É a ação de chutar a bola,quando a bola estiver parada ou em movimento, visando dar a ela uma trajetória em direção a um objetivo, seja este o gol, outro jogador ou tirá-la de jogo (existem varias formas de chute).
Recepção: É a ação de interromper a trajetória da bola vinda de passes ou arremessos.
Condução: É a ação de progredir com a bola por todos os espaços possíveis de jogo.
Domínio de Bola:Como no futebol, usa-se os pés para dominar a bola.
Chute a Gol: Com um dos pés, chute a bola no gol.

.:: Categorias ::.

# Em função da idade o futebol de salão costuma ser dividido nas seguintes categorias:
Sub-7 para atletas de 6 e 7 anos.
Sub-8 para atletas de 7 e 8 anos.
Sub-9 para atletas de 8 e 9 anos.
Sub-11 para atletas de 10 e 11 anos.
Sub-12 para atletas de 11 e 12 anos.
Sub-13 para atletas de 12 e 13 anos.
Sub-15 para atletas de 14 e 15 anos.
Sub-17 para atletas de 16 e 17 anos.
Sub-20 para atletas de 18, 19 e 20 anos.
Adulto para atletas de 20 anos em diante.
Veterano para atletas a partir dos 35 anos.

.:: Posição dos Jogadores ::.

Goleiro: Defende o gol de todos os ataques do adversário e também pode atacar, não podendo tocar na bola com as mãos.
Fixo: Defensor, semelhante ao zagueiro no campo.
Ala/Esquerdo/Direito: Trabalham a bola na lateral da quadra.
Pivô: Atacante, o que fica mais próximo do gol adversário.

.:: REGRAS ::.

Número de Jogadores: Cada equipe possui 5 jogadores, sendo um deles o Goleiro. Normalmente um equipe é formada por um Goleiro, um Fixo, dois Alas e um Pivô.
Duração de uma Partida: Nas categorias adulta/profissional, sub 20 e sub 17 uma partida é disputada em dois tempos de 20 minutos cronometrados, já na sub 15 é disputada em dois tempos de 15 minutos.
Substituições: O número de substituições no Futsal são ilimitadas.
Saída, Lateral e Escanteio: são cobrados obrIgatoriamente com os pés e o jogador terá 4 segundos para realizar a cobrança. Já o ARREMESSO DE META é cobrado com as mãos, somente pelo Goleiro dentro da área de gol que também deverá fazê-lo em 4 segundos.
Regra dos 4 Segundos: Não é permitido ao Goleiro ficar com o controle ou domínio da bola por mais de 4 segundos em sua meia quadra de defesa em nenhum ocasião;
Recuo pata o Goleiro: É permitido apenas um recuo de bola para o Goleiro e ele não poderá pegá-la com as mãos. Após um recuo a bola somente poderá ser recuada novamente após tocar em um adversário. Estando o Goleiro em sua meia quadra de ataque ele poderá receber a bola quantas fezes for necessário sem limite de tempo;
Número ds Faltas: Cada equipe poderá cometer um limite de 5 faltas por tempo de jogo, a partir da 5° falta a equipe será punida com um tiro livre direto sem barreira que poderá ser cobrado no local da falta ou na marca de 10 metros.
Cartões: Assim como no Futebol, o cartão amarelo uma advertência e o vermelho expulsão. O Jogador que tomar dois cartões amarelos receberá obrigatoriamente o cartão vermelho. A equipe que tiver um jogador expulso deverá ficar 2 minutos com menos um jogador ou até sofrer um gol, após um isso um outro jogador deve completar a equipe, o jogador expulso não poderá mais retornar a partida.

.:: A Quadra ::.

Um retângulo de 25 à 42 metros de comprimento e 15 à 22 metros de largura. Para jogos oficiais o mínimo de comprimento é 30 metros e o mínimo de largura é 17 metro. Já para partidas oficiais internacionais o mínimo é de 18 metros de largura e de 38 metros de comprimento. A quadra é retangular, tendo seu comprimento mínimo e sua largura mínima definido de acordo com a competição, conforme determinado abaixo:
Liga Futsal Masculina: Comprimento de 38 a 42 metros; largura de 18 a 25 metros
Liga Futsal Feminina: Comprimento de 36 a 42 metros; largura de 18 a 25 metros.
Adulto: Comprimento de 36 a 42 metros; largura de 18 a 25 metros.
Nacional: Comprimento de 36 a 42 metros; largura de 18 a 25 metros.
Sub 20: Comprimento de 34 a 42 metros; largura de 17 a 25 metros.
Sub 15: Comprimento de 34 a 42 metros; largura de 17 a 25 metros.
Partidas Internacionais: Comprimento de 38 a 42 metros; largura de 18 a 25 metros.

.:: A Bola ::.

# PARA OS HOMENS:

Adulto: Circunferência de 62 a 64 cm; Peso de 400 a 440 gramas
Sub-20: Circunferência de 62 a 64 cm; Peso de 400 a 440 gramas
Sub-17: Circunferência de 62 a 64 cm; Peso de 400 a 440 gramas
Sub-15: Circunferência de 62 a 64 cm; Peso de 400 a 440 gramas

# PARA AS MULHERES:

Adulto: Circunferência de 62 a 64 cm: Peso de 400 a 440 gramas.
Sub-20: Circunferência de 62 a 64 cm: Peso de 400 a 440 gramas.
Sub-17: Circunferência de 55 a 59 cm; Peso de 350 a 380 gramas.
Sub-15: Circunferência de 55 a 59 cm; Peso de 350 a 380 gramas.
Sub-13: Circunferência de 50 a 55 cm; Peso de 300 a 330 gramas.
Sub-11: Circunferência de 50 a 55 cm; Peso de 300 a 330 gramas.
Sub-9: Circunferência de 50 a 55 cm; Peso de 300 a 330 gramas.


.:: A Meta ::.

Os chamados “gols” são localizados sobre a linha de meta com altura de 2 metros e 3 metros de largura. É obrigatório o uso de redes presa às traves e ao solo. Essa rede deve ser de material resistente (para não furar durante o jogo) e com malhas pequenas ( para impedir que a bola passe por ela)
Existem várias marcações numa quadra de futsal. Além das linhas que delimitam os limites do jogo, existem marcações específicas para cobrança de pênalti e ainda outras marcações.

.:: Área Penal ::.

É a área em que o goleiro pode defender com as mãos. É uma em cada extremidade da quadra, na frente dos gols. É um semi-círculo de raio de 6 metros, tendo seus limites na linha de fundo . É diferente da área da cobrança da penalidade máxima porque o ponto de penalidade máxima fica , também à 6 metros da linha de fundo, mas frontal ao gol, enquanto essa área é marcada por um semi-círculo.

.:: Tiro Livre ou Pênalti ::.

Um tiro direto que deve ser cobrado da marca, propriamente feita para a execução desse lance, em que todos os jogadores, exceto o executor do lance e o goleiro adversário, estão atrás da linha da bola. O jogador que executa a penalidade máxima, depois da execução, não pode encostar novamente na bola antes que outro jogador tenha encostado na mesma. Só pode ser cobrado para frente e tem o prazo de 4 segundos para ser cobrado
É uma penalidade, sem que haja jogadores do outro time, exceto o goleiro, da bola até a meta adversária. A marcação para a cobrança dessa penalidade é de 10 metros do ponto central da meta. Outra marcação referente a essa penalidade é uma linha traçada 5 metros depois da linha de fundo que marca até onde o goleiro pode se adiantar nessas cobranças de tiro livre sem barreira. Existem o tiro livre direto e o indireto. A diferença entre os dois é fato de o direto poder ser batido diretamente ao gol e, mesmo sem desvios no caminho, ser considerado um gol legal. No caso do tiro indireto, não poderá ser considerado um gol legal se, na trajetória da bola,
houver um intervenção de algum jogador

.:: Centro da Quadra ::.

Uma linha deve passar pelo centro da quadra, sendo que deverá haver um pequeno círculo no meio da quadra de 10 centímetros (onde a bola é colocada para que se dê inicio ao jogo). Outro círculo também é marcado no centro da quadra, essa maior que o anterior, tendo 3 metros de diâmetro.

.:: Área de Substituição ::.

É uma área por onde os jogadores substituídos devem sair da quadra e os substitutos devem entra no jogo. Fica à 5 metros de comprimento da linha divisória do meio da quadra e é um retângulo de 5 metros de comprimento e 80 centímetros de largura, sendo que 40 cm são dentro da quadra e 40 fora. São duas áreas de substituições: uma para cada time, estando na frente do banco de reservas do mesmo.

.:: Lateral ::.

Ocorre quando a bola passa, em sua totalidade, pela linha lateral. É cobrado do exato local onde a boal tenha saído , com os pés. O jogador que for o cobrador do arremesso lateral deve estar de frente para a quadra, com um pé no solo, sendo que esse pé deve estar sobre qualquer parte da linha ou fora dela. A distancia que deve ser respeitada pelos adversário na cobrança desse tiro é de 3 metros para a bola. Se o arremesso for diretamente para o gol, só sera validado o gol se houver desvio de algum outro jogador (incluindo o goleiro). Caso o arremesso lateral seja cobrado de forma incorreto, há a reversão, ou seja, a equipe adversária é que ganha o arremesso lateral.

.:: Tiro de Canto ::.

Acontece quando a bola sai totalmente pela linha de fundo, sendo que o último tocar seja o time que está defendendo a meta dessa linha de fundo. Deve ser executado com um pé fixado no solo em cima da linha ou fora da quadra. O lado a ser escolhido par aa cobrança será o mais próximo de onde a bola tenha saído. Se a bola for em, direção à meta adversária e entrar, mesmo sem desviar em nenhum jogador, o gol será validado. Uma curiosidade é que o arremesso for feito contra própria meta, com ou sem desvios de outros jogadores, o gol não será validado. O tempo limite para execução desse arremesso é de 4 segundos
A marcação de quadra para esse ocorrido (saída de bola sendo que ultimo toque na bola tenha sido do time que esteja defendendo a meta de tal linha) está nos cantos da quadra. É marcada por ¼ de circulo (90 graus), tendo um diâmetro de 25 cm (o centro desse ¼ de círculo é o vértice da quadra).

.:: Tempo ::.

A partida oficial de Futsal tem duração de 40 minutos, sendo que, o primeiro tempo tempo de 20 minutos, um máximo de 10 minutos para descanso ( intervalo) e mais 20 minutos no segundo tempo. O cronometro que marca o tempo de jogo para cada vez que a bola sair, o que torna o jogo mais dinâmico. As punições São um pouco mais parecidas com o futebol de campo, pelo menso no quesito de cartões. Assim como no futebol, o futsal tem o cartão amarelo ( para a advertência do jogador) e o cartão vermelho para a expulsão. O cartão vermelho causa a suspensão automática do jogador expulso para o próximo jogo. O mesmo acontece com o integrante do time que receber três cartões amarelo. Ainda existem regras mais específicas segundo a lei oficial do esporte futsal e também regras que podem variar segundo o campeonato em questão.

.:: A Quadra ::.
Como deve ser a quadra segundo a CBFS

1- Dimensões:

A quadra de jogo será um retângulo com o comprimento de 40 metros e largura de 20 metros.
As linhas demarcatórias da quadra, na lateral e no fundo, deverão estar afastadas 2 (dois) metros de qualquer obstáculo (rede de proteção, tela, grade ou parede).

2 – A Marcação da Quadra:

Todas as linhas demarcatórias da quadra deverão ser bem visíveis, com 8 (oito) centímetros de largura.

• As linhas limítrofes de maior comprimento denominam-se linhas laterais e as de menor comprimento linhas de meta.

• Na metade da quadra será traçada uma linha divisória, de uma extremidade a outra das linhas laterais, eqüidistantes às linhas de meta.

• O centro da quadra será demarcado por um pequeno círculo com 10 (dez) centímetros de raio.

• Ao redor do pequeno círculo será fixado o círculo central da quadra com um raio de 3 (três) metros.

• Nos quatro cantos da quadra, no encontro das linhas laterais com as linhas de meta serão demarcados ¼ (um quarto) de círculo com 25 centímetros de raio de onde serão cobrados os arremessos de canto. O raio de 25 centímetros partirá do vértice externo do ângulo formado pelas linhas lateral e de meta até o extremo externo da nova linha.

• As linhas demarcatórias integram e pertencem à quadra de jogo.

3 – Área de Meta:

Nas quadras, em cada extremidade da quadra, a 6 (seis) metros de distância de cada poste de meta haverá um semicírculo perpendicular à linha de meta que se estenderá ao interior da quadra com um raio de 6 (seis) metros. A parte superior deste semicírculo será uma linha reta de 3,16 (três metros e dezesseis centímetros), paralela a linha de meta, entre os postes. A superfície dentro deste semicírculo denomina-se área de meta. As linhas demarcatórias fazem parte da área de meta.

4 – Penalidade Máxima:

A distância de 6 (seis) metros do ponto central da meta, medida por uma linha imaginária em ângulo reto com a linha de meta e assinalada por um pequeno círculo de 10 (dez) centímetros de raio, serão marcados os respectivos sinais de penalidade máxima.

5 – Tiro Livre sem Barreira:

A distância de 10 (dez) metros do ponto central da meta, medida por uma linha imaginária em ângulo reto com a linha de meta, serão marcados o respectivos sinais, de onde serão cobrados os tiros livres sem barreira, nas hipóteses previstas nestas regras. A distância de 5 (cinco) metros do ponto central da meta em ângulo reto com a linha de meta, deverá ser marcado com uma linha tracejada de 60 (sessenta) centímetros, paralela a linha de meta, para demarcar a distância mínima em que o goleiro poderá ficar na cobrança dos tiros livres sem barreira.

6 – Zona de Substituições:

É o espaço determinado na linha lateral, do lado onde se encontra a mesa de anotações e cronometragem, iniciando-se a uma distância de 5 (cinco) metros para cada lado partindo da linha divisória do meio da quadra. Para cada zona haverá um espaço de 5 (cinco) metros identificados com linhas de 80 (oitenta) centímetros, ficando 40 (quarenta) centímetros no interior da quadra e 40 (quarenta) centímetros para fora da quadra. Por entre estas linhas de 80 (oitenta) centímetros os atletas deverão entrar e sair da quadra por ocasião das substituições. O espaço a frente da mesa do anotador e cronometrista com 5 (cinco) metros de cada lado da linha divisória do meio da quadra deverá permanecer livre.

7 – Metas:

No meio de cada área e sobre a linha de meta serão colocadas as metas, formadas por dois postes verticais separados em 3 (três) metros entre eles (medida interior) e ligados por um travessão horizontal cuja medida livre interior estará a 2 (dois) metros do solo.

• A largura e espessura dos postes e do travessão serão de 8 (oito) centímetros e quando roliços terão o diâmetro de 8 (oito) centímetros.

• Os postes e travessão, poderão ser confeccionados em madeira, plástico, ferro ou material similar e pintados de cor contrastante com o fundo da quadra, de preferência que sejam fixados ao solo. Os postes e travessão deverão ter a mesma largura e espessura.

• Serão colocadas redes por trás das metas e obrigatoriamente presas aos postes, travessão e ao solo. Deverão estar convenientemente sustentadas e colocadas de modo a não perturbar ou dificultar a ação do goleiro. As redes serão de corda, em material resistente e malhas de pequena abertura para não permitir a passagem da bola. As metas não devem possuir ferro ligando o travessão ao suporte de sustentação.

8 – Construção:

O seu piso deverá ser construído de madeira, material sintético ou cimento, rigorosamente nivelado, sem declives, nem depressões, prevenindo escorregões e acidentes.

9 – Local para o Representante:

As quadras deverão dispor, obrigatoriamente, em lugar central e inteiramente inacessível aos assistentes, de mesa e cadeiras para que o representante da entidade, o anotador e o cronometrista possam exercer com segurança e tranqüilidade suas funções.

10 – Local para os Atletas Reservas e Comissão Técnica:

As quadras deverão dispor de dois locais privativos e adequados, situados a margem das linhas laterais ou de meta, inacessível aos assistentes, onde ficarão sentados os atletas reservas que não estejam em aquecimento, técnico ou treinador, massagista ou atendente, médico ou fisioterapeuta e preparador físico das equipes disputantes. A localização dos bancos de reservas deverá ser do mesmo lado da mesa de anotações e da zona de substituições e cada equipe ficará ocupando o banco colocado ao lado da meia quadra onde a equipe está defendendo e guardará, obrigatoriamente uma distância nunca inferior a 5 (cinco) metros de cada lado da mesa. Quando colocados junto a linha de meta, não deverão permanecer entre os postes e a marcação dos 5 (cinco) metros da linha lateral.

11 – Placar ou Mostrador e Cronômetro Eletrônico:

As quadras possuirão, obrigatoriamente, em perfeitas condições de uso e visibilidade para o público, atletas, membros da comissão técnica e para a equipe da arbitragem, placar ou mostrador onde serão afixados ou indicados os tentos da partida e o cronômetro eletrônico para controle do tempo de jogo. (Fonte: CBFS)


.:: Fontes de pesquisa ::.

1.1 Referências: www.cnfsfutsal.com.br
1.2 Referências: www.futebol-de-salao.info
1.3 Referências: www.cnfsfutsal.com.br
1.4 Referências: www.futsal.com.br
1.5 Referências: www.jornaldofutsal.com.br
1.6 Referências: www.futsaldobrasil.com.br/historia
1.7 Referências: www.futsaltotal.com.br/futsal/historia
1.8 Livro Nacional de Regras: http://www.futsaldobrasil.com.br/livro-de-regras.pdf


.:: Arquivos em PDF ::.

1.1 Livro Nacional de Regras – CBFS: www.cbfs.com.br/95-páginas
1.2 Leis do Jogo Futsal – FPF: www.fpf.pt/195-páginas
1.3 Regras do Futsal: www.see.go.gov.br/44-páginas
1.4 Leis do Jogo de Futsal 2013/2014: www.ncafb.com/81-páginas
1.5 História do Futsal: www.jk.edu.br/6-páginas


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Campeões da Taça Brasil de Futsal

.:: Taça Brasil de Futsal ::.
Crédito da Imagem: www.promovoleventos.blogspot.com.br
A Taça Brasileira de Futsal é um campeonato de futsal do Brasil. A Taça Brasil é uma das competições mais tradicionais da Confederação Brasileira de Futebol de Salão (CBFS). O campeonato, que reúne os representantes dos Estados (em sua maioria absoluta os campeões), já foi conquistado pelos principais clubes do país.

Atualmente há um sistema de acesso e descenso, com três divisões (Especial, 1ª e 2ª), apesar dos clubes não terem vaga assegurada a cada ano. Assim, o rebaixamento ou acesso se dá em relação à vaga de determinado Estado, que geralmente indica o seu campeão estadual para a disputa. Este sistema de divisões foi implantado na edição de 2010. Até 2009 havia uma fase eliminatória dividida por regiões, em que os campeões de 7 grupos se juntavam ao time da cidade-sede.

A elite da Taça Brasil atualmente reúne, além do representante da cidade-sede, mais nove campeões estaduais, totalizando 10 equipes. Nas outras duas divisões, além dos times das cidades-sedes, mais nove campeões ou representantes dos Estados restantes. Na edição de 2011, os únicos estados que não indicaram participantes, para a terceira divisão, foram o Espírito Santo e a Paraíba (que já não havia indicado representante em 2010). (Fonte: wikipedia.org)


.:: Todos os Campeões ::.
Com a Chancela da Confederação Sulamericana de Futebol – Conmebol
Ano Sede Campeão Vice
2015 Jaraguá do Sul/SC Pericó/Jaraguá (SC) 3 x 1 Brasil Kirin/Sorocaba (SP)
2014 Crateús/CE EC Crateús (CE) 5 x 4 Krona/Joinville (SC)
2013 Erechim/RS Atlântico Erechim (RS) 2 x 1 Krona/Joinville (SC)
2012 Joinville/SC Minas Tênis Clube (MG) 7 x 2 Krona/Joinville (SC)
2011 Orlândia/SP Krona/Joinville (SC) 2 x 2 Intelli/Orlândia (SP)
2010 Jaraguá do Sul/SC SC Corinthians (SP) 4 x 3 Carlos Barbosa (RS)
2009 Cascavel/PR Carlos Barbosa (RS) 2 x 2 AD Tigre/Natto (PE)
2008 Jaraguá do Sul/SC Malwee/Jaraguá (SC) São José Futsal (SP)
2007 Teresópolis/RJ Malwee/Jaraguá (SC) Petrópolis EC (RJ)
2006 Natal/RN Malwee/Jaraguá (SC) ABC/UnP/Art&C (RN)
2005 Carlos Barbosa/SC Malwee/Jaraguá (SC) EC Banespa (SP)
2004 Goiânia/GO Malwee/Jaraguá (SC) Carlos Barbosa (RS)
2003 Jaraguá do Sul/SC Malwee/Jaraguá (SC) Anjo Química (SC)
2002 Carlos Barbosa/RS Minas TC (MG) EC Banespa (SP)
2001 Fortaleza/CE Sumov AC (CE)
Carlos Brabosa (RS)
2 x 2 Não Houve Vice
2000 Rio de Janeiro/RJ Vasco da Gama (RJ) SP FC Osasco (SP)
1999 Rio de Janeiro/RJ SC Internacional (RS) Vasco da Gama (RJ)
1998 Foz do Iguaçu/PR General Motors (SP) Tio Sam EC (RJ)
1997 Recife/PE EC Banespa (SP) Sumov AC (CE)
1996 Caxias do Sul/RS AA Enxuta (RS) Vasco da Gama (RJ)
1995 Natal/RN AA Enxuta (RS) Sumov AC (CE)
1994 Natal/RN ADD Inpacel (PR) AA Enxuta (RS)
1993 Cuiabá/MT ADD Inpacel (PR) SER Sadia (SC)
1992 Arapoti/PR EC Banespa (SP) AA Banfort (CE)
1991 Belo Horizonte/MG AA Banfort (CE) SER Sadia (SC)
1990 Videira/SC SER Perdigão (RS) Votorantim (PE)
1989 Rio de Janeiro/RJ AA Enxuta (RS) Bradesco EC (RJ)
1988 Caxias do Sul/RS Água Branca FC (SP) SER Tigre (SC)
1987 São Paulo/SP SER Perdigão (RS) Transbrasil EC (SP)
1986 Curitiba/PR Sumov AC (CE) Bradesco EC (RJ)
1985 Fortaleza/CE Atético (MG) Atlântica BV (RJ)
1984 Rio de Janeiro/RJ Atlântica BV (RJ) Caixa Econômica (RS)
1983 São Paulo/SP Vasco da Gama (RJ) GE Gercan (SP)
1982 Fortaleza/CE Sumov AC (CE) Huracan AC (MG)
1981 Cuiabá/MT Monte Sinal (RJ) Corinthians (SP)
1980 Natal/RN Sumov AC (CE) Monte Sinai (RJ)
1978 Londrina/PR Sumov AC (CE) Cassino Bangu (RJ)
1976 Cuiabá/MT Náutico (PE) Vargas Filho AC (CE)
1974 Brasília/DF Corinthians (SP) Grajaú CC (RJ)
1972 Recife/PE Sumov AC (CE) Astória FC (RJ)
1970 Natal/RN SE Palmeiras (SP) América FC (RN)
1968 Lages/SC Carioca EC (RJ) SE Palmeiras (SP)
# Não houve torneio em 1969, 1971, 1973, 1975, 1977 e 1979;
# Em 2001: A torcida do Sumov resolveu jogar latas de cerveja e refrigerante e outros objetos na quadra. A partida foi interrompida pela arbitragem. Os jogadores das duas equipes se reuniram e resolveram continuar a partida. Mas a torcida continuou jogando latas na quadra e, por não haver policiamento suficiente no ginásio lotado, a partida foi encerrada. Para terminar com chave de ouro a CBFS proclamou as duas equipes campeãs. (Fonte: esporte.uol.com.br)
# Fonte de Pesquisa www.rsssf.com/futsal/sulamericano

.:: Os Maiores Ganhadores ::.

Os Maiores Ganhadores da Competição
Ganhadores por Clubes Ganhadores por Estado
Clube T V Estado T V
Associação Desportiva Jaraguá (SC) 7 0 Santa Catarina (SC) 10 7
Sumov Atlético Clube (CE) 6 2 Ceará (CE) 8 4
Associação Atlética Enxuta (RS) 3 1 São Paulo (SP) 7 10
Associação Carlos Barbosa de Futsal (RS) 2 2 Rio Grande do Sul (ES) 7 4
Esporte Clube Banespa (SP) 2 2 Rio de Janeiro (RJ) 5 11
Sport Club Corinthians Pta. (SP) 2 1 Minas Gerais (MG) 3 1
Clube de Regatas Vasco da Gama (RJ) 2 1 Paraná (PR) 2 0
Minas Tênis Clube (MG) 2 0 Pernambuco (PE) 1 2
Soc. Esp. Recreativa Perdigão (SC) 2 0
Ass. Desp. Classista INPACEL (PR) 2 0
Krona/Joinville Futsal (SC) 1 2
Atlântica Boa Vista (RJ) 1 1
Sociedade Esportiva Palmeiras (SP) 1 1
Associação Atlética Banfort Clube (CE) 1 1
Clube Monte Sinai (RJ) 1 1
ADC General Motors (SP) 1 0
Carioca Esporte Clube (RJ) 1 0
Sport Club Internacional (RS) 1 0
Clube Náutico Capibaribe (PE) 1 0
Grêmio Águia Branca FC (SP) 1 0
Clube Atlético Mineiro (MG) 1 0
CER Atlântico Erechim (RS) 1 0
Crateús Esporte Clube (CE) 1 0
# Site para Pesquisa: www.wikipedia.org
# Site para Pesquisa: www.futsaldobrasil.com.br
.:: Campeão de 2015 ::.
Jogadores do Jaraguá erguem o troféu da Taça Brasil de 2015.
Imagem: globoesporte.globo.com/Henrique-Porto/Agência-Avante!

Campanha do Jaraguá na Taça Brasil 2015
24/03/15
25/03/15
26/03/15
27/03/15
28/03/15
20:15
20:15
20:15
20:15
18:30
Grupo B
Grupo B
Grupo B
Semifinal
Final
Jaraguá (SC)
Jaraguá (SC)
Jaraguá (SC)
Jaraguá (SC)
Jaraguá (SC)
4 x 2
4 x 1
3 x 3
2 x 1
3 x 1
Minas (MG)
Goiás (GO)
Atlântico (RS)
Krona/Joinville (SC)
Brasil Kirin (SP)

Ficha Tecnica: Flamengo 1 x 0 Fluminense


.:: Brasileirão Série A de 2013 ::.

Momento do gol contra de Gum que deu a vitória para o Flamengo.
Foto: Crédito: www.lancenet.com.br/Paulo-Sergio-LANCE-Press
Ficha Tecnica
Flamengo 1 x 0 Fluminense
Campeonato Brasileiro Série A de 2013
Match Report
• Competição (Tournament): Campeonato Brasileiro Série A de 2013 – 32ª Rodada
• Data (Date): Domingo, 3 de Novembro de 2013, as 19:30 hs (de Brasilia)
• Estádio (Stadium): Mário Filho “Maracanã”, no Rio de Janeiro/RJ
• Público (Attendance): 26.072 pagantes – Renda: R$ 1.215.305,00
• Árbitro (Referee): Leandro Pedro Vuaden – RS (FIFA)
• Assistente 1 (Assistant Referee 1): Altemir Hausmann/RS (FIFA)
• Assistente 2 (Assistant Referee 2): Rafael da Silva Alves/RS (CBF1)
• Assistente Adicional 1 (Additional Assistant 1): Francisco Carlos do Nascimento/AL (FIFA)
• Assistente Adicional 2 (Additional Assistant 2): Andre Luiz de Freitas Castro/GO
• 4º Árbitro (Fourth Oficial): Leonardo Garcia Cavaleiro – RJ (CBF2)
• Advertências (Cautions): Rafinha (FLA); Edinho (FLU)
• Expulsão (Sent Off): Nenhuma
Gols | Goals | Flamengo Gols | Goals | Fluminense
1-0 Gum (contra), aos 44’2º
Clube de Regatas do Flamengo Fluminense Football Club
Go
Ld
Za
Za
Le
Mc
Mc
Mc
Mc
At
At
48 Paulo Víctor;
34 Digão,
14 Wallace ©,
04 Marcos GONZÁLEZ e
36 Rodrigo Frauches;
40 Amaral,
15 Luiz Antonio,
20 Carlos Eduardo (Adryan, 73′) e
10 Gabriel (Bruninho, 60′);
07 Rafinha e
09 Hernane (Diego Silva, 45’+1).
Go
Za
Za
Za
Mc
Mc
Mc
Mc
Mc
At
At
12 Diego Cavalieri;
03 Gum,
04 Leandro Euzébio e
15 Ânderson;
02 Bruno Vieira (Rafinha, 55′),
05 Edinho,
08 Diguinho (Igor Julião, 70′),
07 Jean e
29 Biro-Biro;
23 Rafael Sobis e
31 Samuel (Marcelinho, 64′).
Coach: Jayme de Almeida Coach: Vanderlei Luxemburgo
17
19
28
29
30
35
37
??
??
Adryan, aos 27’/2º
Marcelo MORENO
Bruninho, aos 15’/2º
Nixon
Val
Diego Silva, aos 46’/2º
César (gk)
Marcos Vinicius
Reinaldo
14
16
17
21
22
32
35
37
39
??
??
??
Elivelton
Felipe
Erwin VALENCIA
Marcos Júnior
Rhayner
Fábio Braga
Igor Julião, aos 25’/2º
Rafinha, aos 9’/2º
Eduardo
Marcelinho, aos 19’/2º
Léo
Robert
Observações
# A derrota complica ainda mais a situação do Tricolor no Brasileirão, que está com 36 pontos, mesma pontuação que o Vasco, primeiro time dentro da zona de rebaixamento. Já o Flamengo chegou aos 44 pontos na tabela. Na próxima rodada, o Flamengo enfrenta o Goiás, adversário também desta quarta, às 21h, no sábado, no Maracanã. Enquanto o Tricolor pega o Corinthians, domingo, às 19h30, em São Paulo.
# Flamengo: Camisa Rubro-Negra, Calção Branco e Meias Rubro-Negras.
# Fluminense: Camisa Tricolor, Calção Branco e Meias Brancas.
# Súmula (Match Report): www.lancenet.com.br
# Imagens do Jogo: www.lancenet.com.br
# Clássico Fla-Flu: www.wikipedia.org/clássico-fla-flu
# Todos os Jogos do Ceará SC: www.cearascpedia.wordpress.com
Tempo Normal Prorrogação Penalidades
1º T 2º T Final 1º T 2º T Final Time A Time B
0 x 0 1 x 0 1 x 0

.:: Seleção Brasileira ::.
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