Archive for the ‘Finais da Recopa’ Category

Grêmio Campeão da Recopa Sul-Americana de 2018

Jogadores do Gr~emio comemoram a conquista do bi-campeonato da Recopa;
Crédito: www.gettyimages.com/Nelson-Almeida
Ficha Técnica – Ceará Sporting Club
Escudo Grêmio 0 x 0 Independiente
Nas Penalidades: Grêmio 5 x 4 Independiente
Escudo
Ficha Técnica do Site










Competição (Tournament): Recopa Sul-Americana de 2018 – Final – 2º Jogo
Data (Date): Quarta-Feira, 21 de Fevereiro de 2018, 21:45 (de Brasília)
Estádio (Stadium): Grêmio FBPA – Arena do Grêmio, Porto Alegre/RS (BRA)
Público (Attendance): 40.009 pagantes (Total: 42.921) – Renda: R$ 1.964.449,00
Árbitro Principal (Referee): Enrique Patricio Cáceres Villafañe (Paraguai / Paraguay)
Assistente 1 (Assistant Referee 1): Eduardo Cardozo (Paraguai / Paraguay)
Assistente 2 (Assistant Referee 2): Juan Zorrilla (Paraguai / Paraguay)
Quarto Árbitro (Fourth Oficial): Éber Aquino (Paraguai / Paraguay)
Assistente de Vídeo 1 (Video Assistant 1): Andrés Cunha (Uruguai / Uruguay)
Assistente de Vídeo 2 (Video Assistant 2): Nicolás Tarán (Uruguai / Uruguay)
Assistente de Vídeo 3 (Video Assistant 3): José Argote (Venezuela)
Advertências | Cautions | Sent Off | Amonestaciones
1′ Alisson 15′ Diego Martín Rodríguez
24′ Pedro Geromel 23′ Gastón Silva
35′ Paulo Miranda 34′ Fernando Gaibor
41′ Fernando Amorebieta
Pênaltis | Penalties | Penales
1-0 Maicon 1-1 Fernando Gaibor
2-1 Cícero 2-2 Maximiliano Meza
3-2 Jael 3-3 Nicolás Domingo
4-3 Éverton 4-4 Silvio Romero
5-4 Luan x-x Martín Benítez (Perdeu)
Grêmio Foot-Ball Porto-Alegrense Club Atletico Indepndiente
Gk
Df
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Mc
Mc
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At
01 Marcelo Grohe
02 Leonardo Moura (Miranda, 22′)
03 Pedro Geromel
04 Walter Kannemann
06 Bruno Cortez (Lima, 116′)
08 Maicon ©
25 Jailson (Jael, 62′)
23 Alisson (Maicosuel, 81′)
17 Cícero
11 Éverton
07 Luan Vieira
Gk
Df
Df
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Mc
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At
25 Martín Campaña ©
16 Fabricio Bustos (Gutiérrez, 108′)
02 Alan Franco
14 Fernando Amorebieta [Expulso, 41′]
20 Gastón Silva
05 Nicolás Domingo
15 Diego Rodríguez (Benítez, ht)
08 Maximiliano Meza
10 Fernando Gaibor
21 Jonathan Menéndez (Romero, 75′)
11 Leandro Fernández (Figal, 45′)
Coach: Renato Gaúcho Coach: Ariel Holan
Gk
Df
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Mc
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At
12 Paulo Victor
13 Paulo Miranda, aos 22’/1º
20 Marcelo Oliveira
05 Michel
14 Lima, no Intervalo/Pror
18 Maicosuel, aos 36’/2º
09 Jael, aos 17’/2º
Gk
Df
Mc
Mc
Mc
At
At
01 Damián Albil
04 Jorge Figal, aos 45’/1º
06 Juan Sánchez Miño
07 Martín Benítez, no Intervalo
24 Jonás Gutiérrez, aos 3’/2º/Pror
18 Silvio Romero, aos 30’/2º
22 Juan Manuel Martínez
Tempo Normal Prorrogação Penalidades
1º Tempo 2º Tempo Final 1º Tempo 2º Tempo Final Normal Altnds Final
0 x 0 0 x 0 0 x 0 0 x 0 0 x 0 0 x 0 5 x 4 5 x 4
→ Nos 90 minuos terminou em 0x0; O mesmo na prorrogação; Nos pênaltis GRêmio 5 x 4;
→ Com esse resultado o Grêmio sagrou-se campeão da Recopa pela segunda vez;
→ Esta é a quarta final do Independiente (3º vice) e a segunda do Grêmio (2º título);
→ Melhor Jogador do Jogo (Man of the Match): Sem Registro;
→ Independiente: Camisa Vermelha, Calção Vermelho e Meias Vermelhas;
→ Grêmio: Camisa Tricolor, Calção Preto e Meias Brancas;
→ Grêmio (Brasil): Campeão da Copa Libertadores da América de 2017;
→ Independiente (Argentina): Campeão da Copa Sul-Americana de 2017;
→ A Recopa Sul-Americana é um torneio, anual, criando pela CONMEBOL disputado entre o Campeão da Copa Libertadores e o campeão da Copa Sul-Americana do ano anterior;
→ A partir de 2003 o segundo representante passou a ser o Campeão da Copa Sul-Americana;
→ Próximo Jogo: 21/02 – Grêmio x Independiente, Arena do Grêmio; (Ficha do Jogo)
→ Grêmio e Independiente decidiram a Recopa de 1996 e o time brasileiro foi o campeão;
→ 07/04/1996 – Grêmio 4 x 1 Independiente, Estádio de Kobe, Japão; (Ficha do Jogo)

.:: Galeria de Imagens ::.
Jogadores do Grêmio comemoram a conquista da Recopa Sul-Americana de 2018;
Crédito: www.gettyimages.com/Nelson-Almeida
Grêmio Foot-Ball Porto-Alegresne bi-campeão da Recopa Sul-Americana;
Crédito: www.gettyimages.com/Nelson-Almeida
Club Atletico Independiente vice-campeão da Recopa Sul-Americana;
Crédito: www.gettyimages.com/Nelson-Almeida
Momento em que Marcelo Grohe defende o P~enalti que deu o título oa Grêmio;
Crédito: www.gettyimages.com/Nelson-Almeida
Confira os lances da final da Recopa Sul-Americana;
Crédito: www.youtube.com/@pnlopes


Crônica do Jogo


Em Avellaneda, o Grêmio empatou com o Independiente em 1 a 1 depois de jogar 60 minutos com um atleta a mais em campo. Na noite dessa quarta-feira, em Porto Alegre, a equipe de Renato Gaúcho voltou a ter vantagem numérica e por causa de uma expulsão com interferência do árbitro de vídeo, mas, novamente não conseguiu a vitória no tempo regulamentar. Não foi no tempo normal, não foi na prorrogação, mas foi nos pênaltis. Marcelo Grohe defendeu a última cobrança dos argentinos, que coube a Benítez, e deu a vitória por 5 a 4 ao Tricolor Gaúcho depois do persistente 0 a 0.

Se o Grêmio começou mal a temporada e é lanterna no Campeonato Estadual, quem sabe as coisas não mudam a partir de mais um título. É o Grêmio campeão da Copa do Brasil em 2016, campeão da Copa Libertadores em 2017 e agora campeão da Recopa Sul-Americana em 2018, de novo em cima do Independiente, como em 1996.

Diferente do confronto da semana passada, dessa vez o Grêmio mostrou o ímpeto de mandante e partiu para o abafa desde o apito inicial. Não demorou e a primeira grande oportunidade de gol já aconteceu aos sete minutos. Everton saiu cara a cara com o gol, driblou o goleiro Campaña e bateu para as redes, mas Amorabieta salvou em cima da linha.

O lance era o retrato do que viria pela frente. Muito sufoco e drama. O Tricolor Gaúcho pressionava, tinha mais posse de bola e criava chances perigosas. O Independiente, então, percebendo que nem mesmo sua retranca estava funcionando, partiu para a velha catimba argentina.

Os jogadores do Rei de Copas passaram a praticar a famosa “cera” a todo momento. Além disso, todo lance de disputa de bola era desculpa para muita pressão e discussão com a arbitragem. Em pouco tempo, o clima esquentou e o árbitro começou a distribuir cartões amarelos. Foram seis ao todo só na primeira etapa.

Neste cenário, as equipes viveram um dèjá vu pouco antes do intervalo. Assim como no duelo na Argentina, o árbitro de vídeo voltou a trabalhar na final da Recopa. Dessa vez para analisar uma solada do zagueiro Fernando Amorebieta em cima de Luan, que ficou com a marca das travas nas costelas.

Depois de ser chamado pelo VAR uruguaio Andrés Cunha, o árbitro paraguaio Enrique Cáceres assistiu ao lance novamente e rapidamente concluiu que o argentino agrediu Luan. Amorebieta foi expulso de forma direta, assim como aconteceu com o centroavante Emmanuel Gigliotti no duelo de ida, também pouco antes do intervalo.

E se o Grêmio não soube usar a vantagem numérica jogando em Avellaneda, não foi diferente nessa quarta, em Porto Alegre. Com exceção a uma grande chance de Everton, que culminou na defesa de Campaña, o time de Renato Gaúcho teve muita dificuldade em criar oportunidades e parou na forte defesa argentina, que conseguiu levar a decisão à prorrogação.

Mesmo com um jogador a menos, desgastado e fora de casa, o Independiente jogou com muita sabedoria e encarou o Grêmio de igual para igual no tempo extra. É verdade que Jael chegou a cabecear uma bola no travessão, mas Romero também teve uma chance incrível, de dentro da pequena área, e furou na hora “H”.

O problema é que o árbitro Enrique Cáceres não teve coragem de dar um pênalti claro para o Grêmio em jogada que Jael foi empurrado nas costas ao saltar para escorar cruzamento à área. Apesar de toda a reclamação, não teve jeito. O jogo seguiu.

O segundo tempo da prorrogação mostrou que o fato do Independiente estar em meio de temporada acabou sendo fundamental para a equipe argentina suportar o cansaço diante do Grêmio, que apesar de ter um jogador a mais por tanto tempo, não conseguiu se sobressair na parte física, já que seus principais jogadores voltaram da pré-temporada há apenas um mês.

Dessa forma, com direito a uma defesaça de Campaña em cobrança de falta de Jael que contou com desvio na barreira, os visitantes não sofreram mais do que esperavam. Melhor, por pouco não conseguiram um gol heroico em cobrança de escanteio. Meza cabeceou livre e viu a bola raspar a trave de Grohe, que já estava batido. Assim, os argentinos levaram tudo para os pênaltis, onde aí sim a disputa voltaria a ficar de igual para igual.

Na marca da cal, só um falhou. E para alegria dos gremistas na Arena, não foi nenhum jogador brasileiro. Depois de Maicon, Cícero, Jael, Everton e Luan converterem suas cobranças, assim como Fernando Gaibor, Maxiliano Meza, Domingo e Romero pelo Independiente, Benítez foi o encarregado para o último chute e parou nas mãos de Marcelo Grohe, que espalmou a bola para o travessão e deu início a uma grande festa.

Grêmio campeão da Copa do Brasil de 2016, campeão da Libertadores em 2017 e agora campeão da Recopa Sul-Americana em 2018. O Independiente lutou heroicamente com um jogador a menos, mas sucumbiu na Arena, em Porto Alegre. (Fonte: Gazeta Esportiva)


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Confira todos os jogos da Seleção Brasileira de futebol aqui.
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www.jogosdaselecaobrasileira.wordpress.com


Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que Nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3.16)


For God so loved the world, that he gave his only begotten Son, that whosoever believeth in him should not perish, but have everlasting life. (John, 3:16)
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Final da Recopa: Independiente 1 x 1 Grêmio

Grêmio sai na frente mas permite empate na primeira final da Recopa;
Crédito: www.amambainoticias.com.br/Gazeta-Press
Ficha Técnica – Ceará Sporting Club
Escudo Independiente 1 x 1 Grêmio
Final da Recopa Sul-Americana 2018
Escudo
Ficha Técnica do Site










Competição (Tournament): Recopa Sul-Americana de 2018 – Final – 1º Jogo
Data (Date): Quarta-Feira, 14 de Fevereiro de 2018, 22:00 (de Brasília)
Estádio (Stadium): Libertadors de America, Avellaneda, Buenos Aires (Argentina)
Público (Attendance): 47.000 expectadores – Renda: Sem Registro
Árbitro Principal (Referee): Roddy Alberto Zambrano Olmedo (Equador / Ecuador)
Assistente 1 (Assistant Referee 1): Byron Romero (Equador / Ecuador)
Assistente 2 (Assistant Referee 2): Christian Lescano (Equador / Ecuador)
Quarto Árbitro (Fourth Oficial): Luis Quiroz (Equador / Ecuador)
Assistente de Vídeo 1 (Video Assistant 1): Mario Díaz de Vivar (Paraguai / Paraguay)
Assistente de Vídeo 2 (Video Assistant 2): Milcíades Saldívar (Paraguai / Paraguay)
Assistente de Vídeo 3 (Video Assistant 3): Gery Vargas (Bolivia)
Advertências | Cautions | Sent Off | Amonestaciones
28′ Emmanuel Gigliotti 31′ Leonardo Moura
69′ Leandro Fernández 38′ Pedro Geromel
45’+2 Nicolás Domingo 88′ Alisson
89′ Fernando Amorebieta
Gols | Goals | Goles
1-1 Cortez (contra) 32’/1º 1-0 Luan 21’/1º
Club Atletico Indepndiente Grêmio Foot-Ball Porto-Alegrense
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At
25 Martín Campaña ©
16 Fabricio Bustos (Figal, 83′)
02 Alan Franco
14 Fernando Amorebieta
20 Gastón Silva
05 Nicolás Domingo
10 Fernando Gaibor (Gutiérrez, 67′)
07 Martín Benítez (Fernández, 64′)
08 Maximiliano Meza
21 Jonathan Menéndez
09 Emmanuel Gigliotti [Expulso, 28′]
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At
01 Marcelo Grohe
02 Leonardo Moura
03 Pedro Geromel
04 Walter Kannemann
06 Bruno Cortez
25 Jailson
14 Lima (Alisson, 53′)
08 Maicon ©
17 Cícero (Maicosuel, 85′)
11 Éverton (Jael, 85′)
07 Luan Vieira
Coach: Ariel Holan Coach: Renato Gaúcho
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At
At
01 Damián Albil
04 Jorge Figal, aos 38’/2º
06 Juan Sánchez Miño
24 Jonás Gutiérrez, aos 22’/2º
11 Leandro Fernández, aos 19’/2º
18 Silvio Romero
22 Juan Manuel Martínez
Gk
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Mc
Mc
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At
12 Paulo Victor
20 Marcelo Oliveira
22 Bressan
05 Michel
18 Maicosuel, aos 40’/2º
23 Alisson, aos 8’/2º
09 Jael, aos 40’/2º
Tempo Normal Prorrogação Penalidades
1º Tempo 2º Tempo Final 1º Tempo 2º Tempo Final Normal Altnds Final
1 x 1 0 x 0 1 x 1
→ Com esse resultado quem vencer o próximo jogo, em Porto Alegre, será o campeão;
→ Esta é a 4ª final do Independiente (1995, 1996, 2011, 2018) e a 2ª do Grêmio (1996, 2018);
→ Melhor Jogador do Jogo (Man of the Match): Sem Registro;
→ Independiente: Camisa Vermelha, Calção Vermelho e Meias Vermelhas;
→ Grêmio: Camisa Tricolor, Calção Preto e Meias Brancas;
→ Grêmio (Brasil): Campeão da Copa Libertadores da América de 2017 – (Ficha do Jogo)
→ Independiente (Argentina): Campeão da Copa Sul-Americana de 2017 – (Ficha do Jogo);
→ A Recopa Sul-Americana é um torneio, anual, criando pela CONMEBOL disputado entre o Campeão da Copa Libertadores e o campeão da Copa Sul-Americana do ano anterior;
→ A partir de 2003 o segundo representante passou a ser o Campeão da Copa Sul-Americana;
→ Próximo Jogo: 21/02 – Grêmio x Independiente, Arena do Grêmio; (Ficha do Jogo)
→ Grêmio e Independiente decidiram a Recopa de 1996 e o time brasileiro foi o campeão;
→ 07/04/1996 – Grêmio 4 x 1 Independiente, Estádio de Kobe, Japão; (Ficha do Jogo)

.:: Galeria de Imagens ::.
Crédito: www.gettyimages.com/Juan-Mabromata
Em pé: Marcelo Grohe, Jeromel, Walter Kannemann, Jailson e Maicon;
Agachados: Éverton, Luan, Leonardo Moura, Cortez, Lima e Cícero;
Crédito: www.gettyimages.com/Juan-Mabromata
Confira os lances da final da Recopa Sul-Americana;
Crédito: www.youtube.com/@pnlopes


Crônica do Jogo


O Grêmio ganhou dois presentes na noite dessa quarta-feira, mas só soube aproveitar um deles na primeira partida da final da Recopa Sul-Americana. No momento que sofria forte pressão do Independiente ainda no primeiro tempo, Luan aproveitou passe errado de Amorebieta na saída de bola e colocou os gaúchos na frente em pleno estádio Libertadores da América, em Avellaneda. Em seguida, aos 32 minutos, o árbitro de vídeo flagrou uma cotovelada de Gigliotti em Kannemann e o centroavante foi expulso. O problema é que a equipe de Renato Gaúcho não soube aproveitar a superioridade numérica e ainda acabou levando o empate por causa de gol contra de Cortez. No fim, o resultado ficou mesmo no 1 a 1.

Na próxima quarta-feira, às 21h45 (horário de Brasília), o campeão da Copa Libertadores e o dono do título da Copa Sul-Americana voltam a duelar em Porto Alegre, na Arena do Grêmio. Como não há gol qualificado, qualquer empate levará a decisão à prorrogação, e se assim se manter, aos pênaltis.

Mesmo em reformulação, em poucos minutos Grêmio e Independiente deixaram claro que qualquer adversidade seria deixada de lado pelo o que estava em jogo: o título da Recopa Sul-Americana. Os donos da casa começaram melhor, pressionando e com amis posse de bola. O Grêmio demorou a se encontrar e por pouco não pagou caro por isso. Aos 16, Meza cabeceou no travessão de Marcelo Grohe.

Mas, aos 21, o Tricolor Gaúcho ganhou um presentão. O zagueiro Amorebieta errou o passe para o seu companheiro na saída de bola e deixou Luan com toda liberdade para avançar à área e bater na saída do goleiro Campaña para abrir o placar.

O jogo que se desenhava complicado para os brasileiros, de repente, virou. Apenas dez minutos após sair na frente, o Grêmio passou a ficar com um jogador a mais em campo. Isso porque o centroavante Gigliotti foi flagrado pelo árbitro de vídeo acertando uma cotovelada em Kannemann. Após rever o lance, Roddy Zambrano expulsou o jogador argentino.

Partida nas mãos do Grêmio, certo? Errado. A equipe de Renato Gaúcho não soube aproveitar o momento, sequer conseguiu ficar com mais posse de bola e, por incrível que pareça, passou a ser ainda mais pressionada.

Dessa forma, heroicamente o Independiente chegou ao empate aos 32 minutos. Gaibor cobrou falta na área e Cortez cabeceou contra a própria meta. Grohe ainda tocou na bola, mas não conseguiu evitar o empate.

A verdade é que a igualdade ficou barata para os gaúchos no intervalo, mesmo tendo saído na frente e ficado com um jogador a mais.

Na segunda etapa as coisas mudaram. O Grêmio até chegou a sofrer uma pressão inicial, mas aos poucos foi colocando a bola no chão e fazendo valor o fato de ter um jogador a mais em campo. O cansaço também foi batendo na equipe argentina, que teve de se conformar em recuar para evitar uma derrota em casa.

O Independiente tentou alguma coisa no ataque na base das bolas aéreas. Qualquer falta, mesmo no meio de campo, era usada para mandar a bola na área. A defesa tricolor, no entanto, conseguiu ganhar todas e não teve grandes problemas.

No fim, ficou um gostinho de que o Grêmio poderia ter conseguido um resultado melhor por ter ficado tanto tempo com um jogador a mais. Por outro lado, a situação ficou confortável para o jogo da volta, dia 21. (Fonte: Gazeta Esportiva)


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Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que Nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3.16)


For God so loved the world, that he gave his only begotten Son, that whosoever believeth in him should not perish, but have everlasting life. (John, 3:16)

Nacional de Medellín Campeão da Recopa Sul-America de 2017

Jogadores do Atletico Nacional comemoram a conquista da Recopa Sulamericana;
Crédito: www.gettyimages.com/Luis-Acosta
Ficha Tecnica
Atlético 4×1 Chapecoense
Final da Recopa Sul-Americana de 2017
Ficha Técnica







Competição (Tournament): Recopa Sul-Americana de 2017 – Final – 2º Jogo
Data (Date): 10 de maio de 2017, 19:45 hs (Local)
Estádio (Stadium): Atanasio Girardot, Medellín (Colômbia)
Público (Attendance): 40.450 expectadores – Capacidade: 40.450 pessoas
Árbitro (Referee): Roberto Tobar (Chile)
Assistente 1 (Assistant Referee 1): Marcelo Barraza (Chile)
Assistente 2 (Assistant Referee 2): Claudio Ríos (Chile)
Quarto Árbitro (Fourth Official): Jorge Osorio (Chile)
Advertências | Cautions | Sent Off Advertências | Cautions | Sent Off
55′ Andrés Ibargüen 23′ Arthur
83′ Arley Rodríguez 28′ Reinaldo
84′ Elkin Blanco 45′ Moisés Riberio
56′ André Girotto
65′ Nathan
87′ André Girotto (2º Amarelo)
Gols| Goals | Goles Gols| Goals | Goles
1-0 Moreno, a 1’min/1º 1-4 Túlio de Melo, aos 37’/2º
2-0 Ibargüén, aos 30’/1º
3-0 Moreno, aos 21’/2º (Cabeça)
4-0 Ibargüén, aos 34’/2º
Clube Atletico Nacional SA Associação Chapecoense de Futebol
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At
At
At
25 Franco Armani
02 Daniel Bocanegra
05 Francisco Nájera
12 Alexis Henríquez ©
19 Farid Díaz
08 Diego Arias (Nieto, 90′)
18 Aldo Leão Ramírez (Blanco, 70′)
10 Macnelly Torres
07 Arley Rodríguez
17 Dayro Moreno
11 Andrés Ibargüen (Dájome, 90+2′)
Gk
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At
01 Arthur Moraes
02 João Pedro
03 Douglas Grolli
04 Nathan
06 Reinaldo
08 Andrei Girotto [Expulso, 87′]
05 Moisés Ribeiro
18 Luiz Antônio (Apodi, 46′ ht)
19 Osman Júnior
09 Wellington Paulista (Niltinho, 82′)
17 Arthur (Túlio, 75′)
Coach: Reinaldo Rueda Coach: Vágner Mancini
Gk
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At
01 Cristian Bonilla
23 Edwin Velasco
14 Elkin Blanco, aos 25’/2º
15 Juan Pablo Nieto, aos 45’/2º
20 Alejandro Bernal
09 Luis Carlos Ruiz
16 Cristian Dájome, aos 47’/2º
Gk
Df
Df
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At
At
12 Elias
14 Fabrício Bruno
16 Diego Renan
22 Apodi, no Intervalo
15 Neném
10 Túlio de Melo, aos 30’/2º
11 Niltinho, aos 37’/2º
Tempo Regulamentar Prorrogação Penalidades
1º T 2º T Final 1º T 2º T Final Normal Altern Final
2 x 0 2 x 1 4 x 1
• Com esse resultado o nacional de Medellín sagrou-se campeão do torneio pela 1ª vez;
• Nacional de Medellín: Camisa Verde-Branco, Calção Branco e Meias Brancas;
• Chapecoense: Camisa Verde Musgo, calção Verde Musgo e Meias Verde Musgo;
• Chapecoense: Campeã da Copa Sul-Americana de 2016;
• Atlético Nacional: Campeão da Copa Libertadores da América de 2016;
A Recopa Sulamericana é um torneio anual, criado pela Conmebol, disputado pelo Campeão da Copa Libertadores e pelo campeão da Copa Sul-Americana do ano anterior;

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Crédito: www.gettyimages.com/Gabriel-Aponte
Nacional de Medellín campeão da Recopa Sul-Americana de 2017;
Crédito: www.gettyimages.com/Gabriel-Aponte
Associação Chapecoense de Futebol vice-campeã da Recopa Sul-Americana 2017;
Crédito: www.gettyimages.com/Gabriel-Aponte
Jogadores e comissão técnica comemoram a conquista da Recopa Sul-Americana 2017;
Crédito: www.gettyimages.com/Gabriel-Aponte
Crédito: www.youtube.com

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Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que Nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3.16)

Ficha Técnica: Chapecoense 2 x 1 Atlético Nacional (COL)

Chapecoense vence Atletico Nacional e sai na frente na final da Recopa;
Credit: www.gazetaesportiva.com/Nelson-Almeida/AFP
Ficha Tecnica
Chapecoense 2 x 1 Atletico
Final da Recopa Sul-Amercana de 2017
Ficha Técnica







Competição (Tournament): Recopa Sul-Amercana de 2017 – Final – 1º Jogo
Data (Date): Terça-Feira 4 de Abril de 2017, as 19:15 hs (de Brasilia)
Estádio (Stadium): Municipal Arena Condá, em Chapecó/SC
Público (Attendance): 19.005 expectadores – Renda: R$ 547.330,00
Árbitro (Referee): Mario Alberto Diaz de Vivar (Paraguai / Paraguay)
Assistente 1 (Assistant Referee 1): Milciades Saldivar (Paraguai / Paraguay)
Assistente 2 (Assistant Referee 2): Roberto Casiano Cañete (Paraguai / Paraguay)
Quarto Árbitro (Fourth Official:): José Méndez (Paraguai / Paraguay)
Advertências | Cautions | Sent Off Advertências | Cautions | Sent Off
32′ Apodi 23′ Daniel Bocanegra
88′ Diego Arias
90′ Alexis Henríquez
Gols| Goals | Goles Gols| Goals | Goles
1-0 Reinaldo, aos 24’/1º (Pênalti) 1-1 Macnelly Torres, aos 14’/2º
2-1 Luiz Otávio, aos 29’/2º (Cabeça)
Associação Chapecoense de Futebol Clube Atletico Nacional de Medellín
Go
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At
01 Arthur Moraes ©
02 João Pedro
03 Douglas Grolli (Luiz Otávio, 46′ ht)
04 Nathan
06 Reinaldo
08 Andrei Girotto
18 Luiz Antônio (Moisés Ribeiro, 65′)
22 Apodi
07 Rossi
10 Túlio de Melo (Wellington Paulista, 72′)
17 Arthur
Go
Df
Df
Df
Df
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Mc
Mc
At
At
At
25 Franco Armani
02 Daniel Bocanegra
12 Alexis Henríquez ©
03 Felipe Aguilar
19 Farid Díaz
20 Alejandro Bernal (Mosquera, 77′)
08 Diego Arias
11 Andrés Ibarguén (Rodríguez, 89′)
09 Luis Carlos Ruiz
10 Macnelly Torres
11 Dayro Moreno (Ramírez, 71′)
Coach: Vágner Mancini Coach: Reinaldo Rueda
Go
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Mc
Mc
At
At
12 Elias
16 Diego Renan
21 Luiz Otávio, no Intervalo
05 Moisés Ribeiro, aos 20’/2º
19 Osman Júnior
09 Wellington Paulista, aos 27’/2º
11 Niltinho
Go
Df
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Mc
Mc
Mc
At
01 Cristian Bonilla
05 Francisco Nájera
14 Elkin Blanco
18 Aldo Leão Ramírez, aos 26’/2º
21 Jhon Mosquera, aos 32’/2º
23 Edwin Velasco
07 Arley Rodríguez, aos 44’/2º
Tempo Regulamentar Prorrogação Penalidades
1º T 2º T Final 1º T 2º T Final Normal Altern Final
1 x 0 1 x 1 2 x 1
• Com esse resultado a Chape joga por um empate, no próximo jogo, pra ser campeã;
• Chapecoense: Campeão da Copa Sul-Americana de 2016;
• Atlético Nacional: Campeão da Copa Libertadores da América de 2016;
• Próximo Jogo: 10/05 – Nacional x Chapecoense, Atanasio Girardot, Medellín; (Ficha do Jogo)
• A Recopa Sulamericana é um torneio realizado pela Conmebol entre o campeão da Copa Sulamericana e o campeão da Copa Libertadores;
Os dois times deveriam ter se enfrentado nas finais da Copa Sul-Americana 2016, em 30 de novembro e 7 de dezembro. No entanto, na véspera do jogo de ida, o avião com a delegação da Chape caiu nos arredores de Medellín (Colômbia);
A Recopa Sul-Americana é um torneio, anual, realizado pela Conmebol, entre os Campeões da Copa LIbertadores da América e o campeão da Copa Sul-Americana do ano anterior a final.

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Crédito: www.gettyimages.com/Buda-Mendes
Crédito: www.gettyimages.com/Buda-Mendes
Associação Chapecoense de Futebol, fundada em 10 de maio de 1973, em Chapecó, Brasil;
Crédito: www.gettyimages.com/Buda-Mendes
Clube Atletico Nacional, fundado em 8 de março de 1947, em Medellín, Colômbia;
Crédito: www.gettyimages.com/Buda-Mendes
Crédito: www.youtube.com/Fox-Sports

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Confira todos os jogos da Seleção Brasileira de futebol aqui.
All the matches of the Brazilian National Team hear;
www.jogosdaselecaobrasileira.wordpress.com


Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que Nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3.16)

Corinthians Campeão da Recopa Sul-Americana de 2013

O capitão Danilo ergue a taça de campeão da Recopa Sul-Americana de 2013;
Crédito: www.gettyimages.com/Miguel-Schincariol
Ficha Técnica – Ceará Sporting Club
Escudo Corinthians 2 x 0 São Paulo
Resultado Agregado: Corinthians 4 x 1 São Paulo FC
Escudo
Ficha Técnica do Site







Competição (Tournament): Recopa Sul-Americana de 2013 – Final – 2º Jogo
Data (Date): Quarta-Feira, 17 de Julho de 2013, às 22:00 hs (de Brasília)
Estádio (Stadium): Paulo Machado de Carvalho “Pacaembu”, São Paulo/SP
Público (Attendance): 36.050 pagantes – Renda: R$ 1.875.887,000
Árbitro Principal (Referee): Paulo César de Oliveira/SP (Brasil / Brazil)
Assistente 1 (Assistant Referee 1): Marcio Santiago/MG (Brasil / Brazil)
Assistente 2 (Assistant Referee 2): Fabricio Vilarinho/GO (Brasil / Brazil)
Quarto Árbitro (Fourth Oficial): Wilton Pereira Sampaio (Brasil / Brazil)
Advertências | Cautions | Sent Off | Amonestaciones
Danilo, 21’/1º Douglas, 32’/1º
Gols | Goals | Goles
1-0 Romarinho, 35’/1º
2-0 Danilo, 23’/2º
Sport Club Corinthians Paulista São Paulo Futebol Clube
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At
12 Cássio Ramos
21 Edenilson
04 Gil
13 Paulo André
06 Fábio Santos
05 Ralf
19 Guilherme
20 Danilo ©
17 Romarinho (Renato, 80′)
11 Emerson Sheik (Ibson, 88′)
09 Paolo Guerrero (Pato, 85′)
Gk
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At
01 Rogério Ceni ©
23 Douglas
03 Lúcio
02 Rafael Toloi
16 Juan Maldonado (Maicon, 67′)
07 Rodrigo Caio
05 Wellington (Aloisio, ht)
15 Denilson
10 Paulo Henrique Ganso
17 Osvaldo
09 Luis Fabiano
Coach: Tite Coach: Paulo Autuori
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22 Danilo Fernandes
02 Alessandro
03 Chicão
08 REnato Augusto, aos 35’/2º
10 Douglas
18 Ibson, aos 43’/2º
07 Alexandre Pato, aos 40’/2º
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At
12 Dênis
13 Reinaldo
14 Édson Silva
18 Maicon, aos 22’/2º
20 Lucas Evangelista
11 Ademilson
19 Aloísio, no Intervalo
Tempo Normal Prorrogação Penalidades
1º Tempo 2º Tempo Final 1º Tempo 2º Tempo Final Boca Cienciano
1 x 0 1 x 0 2 x 0
→ Com esse resultado o Corinthians sagrou-se campeão da Recopa pela primeira vez;
→ Esta foi a quarta final do São Paulo (1993, 1994, 2006, 2013) e seu segundo vice;
→ Melhor Jogador do Jogo (Man of the Match): Danilo, meio-campo do Corinthians;
→ São Paulo: Camisa Tricolor, Calção Branco e Meias Pretas;
→ Corinthians: Camisa Branca, Calção Preto e Meias Brancas;
→ Corinthians (Brasil): Campeão da Copa Libertadores da América de 2012;
→ São Paulo (Brasil): Campeão da Copa Sul-Americana de 2012;
→ A Recopa Sul-Americana foi um torneio criando pela CONMEBOL disputado, anualmente, entre o Campeão da Copa Libertadores e o campeão da Copa Sul-Americana do ano anterior;
→ A partir de 2003 o segundo representante passou a ser o Campeão da Copa Sul-Americana;
→ Jogo Anterior: 03/07 – São Paulo 1×2 Corinthians, Estádio Morumbi; (Ficha do Jogo)

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Crédito: www.gettyimages.com/Helio-Suenaga
Em pé: Danilo Fernandes, Chicão, Gil, Renato Augusto, Paulo André, Ralf, Paolo Guerrero e Cássio;
Agachados: Romarinho, Edenilson, Guilherme, Danilo, Fábio Santos, Douglas, Ibson, Pato e Émerson;
Crédito: www.gettyimages.com/Miguel-Schincariol
Crédito: www.gettyimages.com/Miguel-Schincariol
Confira os lances da final da Recopa Sul-Americana;
Crédito: www.youtube.com/@pnlopes


Crônica do Jogo


Todo Poderoso > Soberano. Assim, com a simplicidade utilizada nas redes sociais, dá para afirmar com toda certeza que o Corinthians, cada dia mais poderoso, deixou para trás o São Paulo, de soberania praticamente aposentada. Foi o próprio Rogério Ceni quem reconheceu isso, ao final da partida: – O São Paulo parou no tempo – disse o goleiro.

E o Corinthians segue voando. O título da Recopa Sul-Americana de 2013, conquistado pelo nesta quarta-feira, no estádio do Pacaembu, com uma vitória por 2 a 0 (gols de Romarinho e Danilo, depois de já ter vencido o primeiro jogo por 2 a 1), é talvez a prova que faltava para sacramentar esse status.

A Recopa, definitivamente, não é daqueles títulos que abrilhantam uma galeria de time grande. É apenas mais um. Gostoso de ganhar, obviamente. Mas para o torcedor corintiano, campeão invicto da Libertadores no ano passado, encontrar o São Paulo, atual vencedor da Copa Sul-Americana, neste torneio relâmpago, de apenas duas partidas, era o que faltava para consolidar sua internacionalização.

Afinal, nada mais emblemático do que coroar a sequência Libertadores, Mundial e Recopa com duas vitórias incontestáveis sobre um rival do tamanho do São Paulo. Rival que, com a alcunha de “Soberano”, tripudiou durante anos em cima do Timão, riu do time alvinegro na Série B. Mas que parou no tempo e viu o Corinthians ressurgir forte. Como o “Todo Poderoso”, como canta a Fiel.

A crise do São Paulo parece não ter fim. Mudar Ney Franco por Paulo Autuori ainda não trouxe resultados. Já são nove jogos sem vitória, contando Brasileirão, amistoso e Recopa, com seis derrotas seguidas, além de problemas internos e proximidade com a zona de rebaixamento do campeonato nacional. Definitivamente, as coisas não andam bem pelos lados do Morumbi.

Não parecia clássico, muito menos final de campeonato. Estava mais para um jogo de início de torneio por pontos corridos. A segurança do Corinthians em suas atitudes contrastava com o medo do São Paulo de se arriscar. Resultado: um primeiro tempo fraco, que ficou um pouco melhor apenas nos dez minutos finais.

A consciência de que seu time é pior que o do Timão fez mal a Paulo Autuori. A opção pelos três volantes era, sim, mais segura. Mas time grande precisa de ousadia. E isso não existiu no São Paulo, que teve dificuldade de passar do meio de campo.

Por outro lado, a certeza de que é superior deu ao Corinthians a humildade de saber esperar o momento certo. Paciente, o time do técnico Tite procurou os espaços. Tentou com Guerrero duas vezes, com Gil de cabeça e foi feliz com Romarinho – como gosta de brilhar em clássico esse garoto!

Aos 35 minutos, após belo lançamento de Edenílson para Emerson na esquerda, a bola sobrou para ele após Guerrero desperdiçar. Na tentativa de Juan tirar a bola, ela bateu em Romarinho e entrou. A cena de Ceni caindo e Romarinho comemorando representa bem o momento das duas equipes. O atacante simplesmente atropelou o goleiro. Por que faz isso, Romarinho?

Depois disso, o jogo, enfim, esquentou. A torcida alvinegra começou a gritar “olé” a cada passe de lado dos seus jogadores. E o São Paulo, de maneira desordenada, tentou se arriscar em dez minutos o que não tinha feito nos outros 35. Mas esbarrou no desentrosamento gritante que assola sua equipe.

Em desvantagem no placar e precisando de pelo menos dois gols para levar a decisão para prorrogação e pênaltis, o São Paulo foi praticamente obrigado a abandonar o esquema com três volantes. Assim, Paulo Autuori sacou Wellington e colocou o atacante Aloísio na volta do intervalo.

A missão tricolor, porém, não era das mais fáceis. Pelo contrário. Logo de cara, o Corinthians foi para o ataque em busca do segundo e, talvez, derradeiro gol. Fábio Santos esteve muito perto de marcá-lo. Muito mesmo. Mas quanto ficou sozinho, frente a frente com Rogério Ceni, chutou fraco. Praticamente um recuo.

Muito superior ao seu adversário, o Corinthians tinha o jogo sob controle. Fora uma ou outra tentativa frustrada do São Paulo, o restante era só Timão. E já em ritmo de festa, a torcida alvinegra começou a provocar os seus rivais. Rogério Ceni e Luis Fabiano eram, claro, os mais perseguidos. Mais “olés” eram ouvidos no Pacaembu.

Da maneira como a partida se desenhou, uma chance clara para o São Paulo não poderia ser desperdiçada. Mas foi. Aloísio, que entrou como salvador, teve o gol de empate em seus pés aos 21 minutos. Mas finalizou mal, no meio do gol, e facilitou para o goleiro Cássio, sempre um gigante em decisões.

A prova de que o Tricolor não podia perder uma chance como aquela veio um minuto depois. Danilo, multicampeão pelo São Paulo e também pelo Corinthians, aproveitou o rebote dado por Ceni depois de sua própria cabeçada e aumentou para 4 a 1 o placar agregado de uma final dominada pelo campeão Timão. O clube da Zona Leste paulistana se mostrou o “Todo Poderoso”, mais uma vez. O time do Morumbi já não é mais o “Soberano”. (Fonte: Globo Esporte)


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Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que Nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3.16)


For God so loved the world, that he gave his only begotten Son, that whosoever believeth in him should not perish, but have everlasting life. (John, 3:16)

Santos Campeão da Recopa Sul-Americana de 2012

Neymar ergue a taça de campeão da Recopa Sul-Americana de 2012;
Crédito: www.gettyimages.com/Yasuyoshi-Chiba/AFP
Ficha Técnica – Ceará Sporting Club
Escudo Santos 2 x 0 Univ. de Chile
Resultado Agregado: FC Santos 2 x 0 Universidad de Chile
Escudo
Ficha Técnica do Site







Competição (Tournament): Recopa Sul-Americana de 2012 – Final – 2º Jogo
Data (Date): Quarta-Feira, 26 de Setembro de 2012, 19:00 hs (de Brasilia)
Estádio (Stadium): Paulo Machado de Carvalho “Pacaembu”, São Paulo/SP (BRA)
Público (Attendance): 22.388 pagantes – Renda: R$ 651.890,00
Árbitro Principal (Referee): Martín Emilio Vázquez Broquetas (Uruguai / Uruguay)
Assistente 1 (Assistant Referee 1): Mauricio Espinosa (Uruguai / Uruguay)
Assistente 2 (Assistant Referee 2): Miguel Ángel Nievas (Uruguai / Uruguay)
Quarto Árbitro (Fourth Oficial): Daniel Fedorczuk (Uruguai / Uruguay)
Advertências | Cautions | Sent Off | Amonestaciones
Adriano, 18’/1º José Manuel Rojas, 32’/1º
Durval, 30’/2º Sebastián Martínez, 11’/2º
Osvaldo González, 14’/2º
Gustavo Lorenzetti, 43’/2º
Gols | Goals | Goles
1-0 Neymar, 26’/1º
2-0 Bruno Peres, 14’/2º (Cabeça)
Sport Club Internacional Club Universidad de Chile
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01 Rafael Cabral
04 Bruno Peres (Éwerton, 70′)
02 Bruno Rodrigo
06 Durval
06 Léo (Magrão, 56′)
15 Adriano Bispo
05 Arouca
08 Felipe Ânderson
17 Patricio Rodríguez (Miralles, 85′)
11 Neymar Jr ©
09 André Felipe
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25 Jhonny Herrera
05 Albert Acevedo (Magalhaes, 51′)
04 Osvaldo González
13 José Manuel Rojas ©
03 Eugenio Mena
06 Matías Rodríguez (Castro, ht)
20 Charles Aránguiz (Marino, ht)
23 Sebastián Martínez
19 Sebastián Ubilla
22 Gustavo Lorenzetti
08 Enzo Gutiérrez
Coach: Muricy Ramalho Coach: Jorge Sampaoli
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24 Vladimir
13 David Braz
21 Douglas
14 Éwerton Páscoa, aos 25’/2º
22 Gérson Magrão, aos 7’/2º
20 Ezequiel Miralles, aos 40’/2º
19 Bill
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12 Paulo Garcés
14 Paulo Magalhaes, aos 6’/2º
24 Igor Lichnovsky
02 Ezequiel Videla
08 Guillermo Marino, no Intervalo
15 Roberto Cereceda
16 Francisco Castro, no Intervalo
Tempo Normal Prorrogação Penalidades
1º Tempo 2º Tempo Final 1º Tempo 2º Tempo Final Boca Cienciano
1 x 0 1 x 0 2 x 0
→ Com esse resultado o Santos sagrou-se campeão da Recopa pela primeira vez;
→ Herrera defendeu um pênalti cobrado por Neymar aos 46′ minutos do primeiro tempo;
→ Melhor Jogador do Jogo (Man of the Match): Neymar, atacante do Santos;
→ Universidad de Chile: Camisa Azul, Calção Azul e Meias Azuis;
→ Santos: Camisa Branca, Calção Branco e Meias Brancas;
→ Santos FC (Brasil): Campeão da Copa Libertadores da América de 2011;
→ Universidad de Chile: Campeão da Copa Sul-Americana de 2011;
→ A Recopa Sul-Americana foi um torneio criando pela CONMEBOL disputado, anualmente, entre o Campeão da Copa Libertadores e o campeão da Copa Sul-Americana do ano anterior;
→ A partir de 2003 o segundo representante passou a ser o Campeão da Copa Sul-Americana;
→ Jogo Anterior: 22/08 – Universidad de Chile 0x0 Santos, Estadio Nacional; (Ficha do Jogo)

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Somente os Jogadores. Em pé: Bruno Rodrigo, Durval e o goleiro Rafael; Agachados: Pato Rodríguez, Bruno Pérez, Adriano, Neymar (capitão), Léo, Felipe Ânderson, Arouca e André;
Crédito: www.gettyimages.com/Helio-Suenaga
Crédito: www.gettyimages.com/Helio-Suenaga
Neymar recebe a premiação por ter sido escolhido o Melhor Jogador da final;
Crédito: www.gettyimages.com/Helio-Suenaga
Confira os lances da final da Recopa Sul-Americana;
Crédito: www.youtube.com/@pnlopes


Crônica do Jogo


Teve frio, Neymar perdendo pênalti e pressão do Universidad de Chile. Mas diferentemente do jogo realizado no distante 22 de agosto, em Santiago, o craque de moicano fez seu gol, comandou o time e ajudou o Santos a alcançar a vitória por 2 a 0 sobre a La U, que rendeu o inédito título da Recopa Sul-Americana ao Alvinegro. O Peixe já havia conquistado torneio homônimo em 1968, mas com formato completamente diferente – na época, era um campeonato disputado entre os times sul-americanos que já haviam sido campeões mundiais (Santos, Racing e Peñarol).

A taça manteve a recente média santista de dois títulos por temporada. Em 2010, o Peixe levou a Copa do Brasil e o Paulistão. No ano seguinte, novamente Paulistão e a Libertadores. Agora, nesta temporada, além do estadual, conquista a Recopa.

Também foi o primeiro jogo de Neymar pelo Santos depois da venda do amigo Paulo Henrique Ganso para o São Paulo. Aparentemente, porém, o craque não sentiu tanta falta do antigo maestro, já que mesmo perdendo pênalti comandou o time na vitória que rendeu o título.

– Estou muito feliz, mais um título no ano. Só tenho a agradecer aos meus companheiros e aos torcedores que me apoiaram. Muita gente não dá valor para a Recopa, mas nós damos. E nós não tínhamos essa conquista, agora temos. É o terceiro ano seguido que conseguimos dois títulos no ano – comentou Neymar, que dedicou o título também ao amigo Ganso.

– Paulinho, você faz parte disso, você jogou o primeiro jogo lá no Chile. Este título é seu também – disse Neymar, em entrevista à Fox. Foi o sexto título dele com o Santos em quatro anos como profissional, o primeiro com a tarja de capitão.

Ainda sonhando voltar à Libertadores, o Santos joga pelo Campeonato Brasileiro contra o Grêmio, às 18h30, no Olímpico, em Porto Alegre. O Peixe tem 33 pontos, 11 a menos que o Vasco, quarto colocado, e só seis a mais que o Sport, primeiro time na zona do rebaixamento.

O primeiro tempo no Pacaembu pareceu uma reprise da etapa inicial do jogo de ida entre Santos e Universidad de Chile, no congelante Estádio Nacional, em Santiago, no dia 22 de agosto. O frio, guardada as devidas proporções, também foi forte – média de 12ºC em São Paulo, contra 5ºC em Santiago, no dia daquela primeira decisão. Em campo, Neymar novamente conduziu todas as principais jogadas alvinegras, assim como no Chile. E La U, de forma coletiva, respondeu à altura. A diferença – para alegria dos santistas – foi um gol de Neymar, mas novamente o astro de moicano desperdiçou uma penalidade.

O craque mostrou muita vontade desde o início, e antes mesmo do primeiro minuto já assustou em chute perigoso, que passou à direita de Herrera. Lances de efeito, como toques de letra e até chapéu, eram exibidos com naturalidade pelo camisa 11 santista.

La U, por sua vez, encontrou nas costas do lateral-direito Bruno Peres um bom caminho para ameaçar o Santos. Por ali, Lorenzetti e Ubilla criavam boas jogadas. Na maioria das vezes pelo alto, o time chileno quase vencia Rafael, irritado com os erros da defesa.

Pela esquerda na maioria das vezes, o camisa 11 fazia boa dupla com o veterano Léo. Na primeira dobradinha deles, o atacante recebeu bom passe do ala e só foi parado porque sofreu falta. Na segunda – e mais bela – jogada, não teve jeito para a La U. Léo deu belo drible ainda na defesa e lançou Felipe Anderson. O meia arrancou até a linha de fundo e achou Neymar. De forma inteligente, ele usou André como parede. O centroavante devolveu belo passe para o craque, que só deslocou Herrera, aos 27 minutos.

Àquela altura, o bom volante Aránguiz, destaque no jogo de ida, era o homem das bolas paradas e também levava perigo nos cruzamentos. Gutiérrez e Rodríguez, este segundo de cabeça, aos 35 minutos, quase empataram. Mas foi o Peixe que teve a chance de ampliar o placar.

Pela direita da grande área, Neymar dominou lançamento de Durval e foi pra cima de dois marcadores. Depois de puxar para a esquerda, o craque girou o corpo em direção ao lado contrário e foi derrubado. Pênalti, que ele mesmo cobrou – mal – nas mãos de Herrera, aos 46 do primeiro tempo. No jogo de ida, o camisa 11 também errou, mas isolando por cima do gol de Herrera, após escorregar no momento da finalização.

No intervalo, o técnico da Universidad de Chile, Jorge Sampaoli, fez duas mudanças: trocou o volante Aránguiz pelo meia Marino, além do zagueiro Rodríguez pelo atacante Castro. Aparentemente, as substituições surtiram efeito. Em um dos primeiros lances da etapa final, quase saiu o empate. Ubilla aproveitou sobra dentro da área e, de cabeça, mandou por cima do gol de Rafael.

Com 1 a 0 no placar, a partida ficou eletrizante e aberta para os dois lados. Enquanto La U tentava a igualdade, o Alvinegro respondia quase sempre com Neymar, para tentar fechar o placar e definir o título. Depois de certa indefinição, foi o Santos que conseguiu seu objetivo primeiro.

Ainda que indiretamente, Neymar teve participação no gol, já que sofreu falta pela esquerda que originou o segundo tento santista. Na bola parada, Felipe Anderson cruzou na cabeça de Bruno Rodrigo, que testou no canto esquerdo de Herrera, inflamando novamente o Pacaembu, aos 15 minutos. Na comemoração, o zagueiro homenageou o filho Davi.

Na sequência, tanto Santos como La U tiveram boas chances para mexer mais no placar, mas ambos não tiveram sucesso. Na melhor oportunidade dos chilenos, Gerson Magrão, substituindo Léo, lesionado, estava atento para tirar a bola dos pés de Castro, que certamente faria o gol. Pelo lado alvinegro, várias vezes o argentino Pato Rodriguez demorou na hora de tocar ou escolheu a jogada errada em lances que poderiam virar o terceiro gol santista.

Ao som de “o campeão voltou” entoado pelos santistas, o Peixe levantou o título da Recopa, inédito para o clube neste formato, e manteve a média de duas conquistas por temporada, tradição desde 2010. (Fonte: Globo Esporte)


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Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que Nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3.16)


For God so loved the world, that he gave his only begotten Son, that whosoever believeth in him should not perish, but have everlasting life. (John, 3:16)

Internacional Campeão da Recopa Sul-Americana de 2011

O capitão Bolívar ergue a taça de campeão da Recopa Sul-Americana der 2011;
Crédito: www.gettyimages.com/Jefferson-Bernardes/AFP
Ficha Técnica – Ceará Sporting Club
Vozão Inter 3 x 1 Independiente
Resultado Agregado: SC Internacional 4 x 3 Independiente
Escudo
Ficha Técnica 11 de 2018







Competição (Tournament): Recopa Sul-Americana de 2011 – Final – 2º Jogo
Data (Date): Quarta-Feira, 24 de Agosto de 2011, as 21:50 hs (Hora Local)
Estádio (Stadium): SC Internacional – Beira-Rio, Porto Alegre/RS (BRA)
Público (Attendance): 39.069 pagantes – Renda: R$ 1.254.240,00
Árbitro Principal (Referee): Jorge Luis Larrionda Pietrafesa (Uruguai / Uruguay)
Assistente 1 (Assistant Referee 1): Pablo Fandiño (Uruguai / Uruguay)
Assistente 2 (Assistant Referee 2): Mauricio Espinosa (Uruguai / Uruguay)
Quarto Árbitro (Fourth Oficial): Liber Prudente (Uruguai / Uruguay)
Advertências | Cautions | Sent Off
Maxi Velázquez, 22’/1º
Eduardo Tuzzio, 34’/1º
Osmar Ferreyra, 32’/2º
Hernán Fredes, 40’/2º
Gols | Goals | Goles
1-0 Leandro Damião, 18’/1º 1-2 Maxi Velázquez, 2’/2º
2-0 Leandro Damião, 24’/1º
3-1 Kléber, 37’/2º (Pênalti)
Sport Club Internacional Club Atletico Independiente
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01 Muriel
02 Nei
03 Índio
04 Bolívar
06 Kléber
05 Pablo Guiñazu ©
20 Élton
16 Oscar
10 Andrés D’Alessandro (Andrezinho, 68′)
11 Guilherme Dellatorre (Jô, 71′)
17 Leandro Damião
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01 Hilario Navarro
02 Julián Velázquez
06 Eduardo Tuzzio
18 Gabriel Milito ©
03 Maximiliano Velázquez
08 Hernán Fredes (Núñez, 86′)
07 Cristian Pellerano
22 Iván Pérez (Vélez, ht)
11 Osmar Ferreyra (Defederico, 86′)
19 Marco Pérez
17 Facundo Parra
Coach: Antonio Mohamed Coach: Dorival Júnior
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12 Renan
15 Juan Jesus
07 Tinga
17 Andrézinho, aos 24’/2º
Vinicius Rocha
Ricardo Goulart
18 Jô, aos 26’/2º
Gk
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At
21 Fabián Assmann
13 Iván Pérez, no Intervalo
23 Adrián Agachá
05 Roberto Battión
16 Nicolás Cabrera
09 Leonel Núñez, aos 41’/2º
20 Matías Defederico, aos 41’/2º
Tempo Normal Prorrogação Penalidades
1º Tempo 2º Tempo Final 1º Tempo 2º Tempo Final Boca Cienciano
2 x 0 1 x 1 3 x 1
→ Com esse resultado o Internacional sagrou-se campeão da Recopa pela 2ª vez (2007,2011);
→ Esta foi a terceira final do Independiente (2º vice) e do Internacional (2º título);
→ Melhor Jogador do Jogo (Man of the Match): Sem Registro;
→ Internacional: Camisa Vermelha, Calção Branco e Meias Brancas;
→ Independiente: Camisa Azul-Marinho, Calção Azul-Marinho e Meias Azul-Marinho;
→ Internacional (Brasil): Campeão da Copa Libertadores da América de 2010;
→ Independiente (Argentina): Campeão da Copa Sul-Americana de 2010;
→ A Recopa Sul-Americana foi um torneio criando pela CONMEBOL disputado, anualmente, entre o Campeão da Copa Libertadores e o campeão da Copa Sul-Americana do ano anterior;
→ A partir de 2003 o segundo representante passou a ser o Campeão da Copa Sul-Americana;
→ Jogo Anterior: 10/08 – Independiente x Inter, Estadio Libertadores da America; (Ficha do Jogo)

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Em pé: Muriel (goleiro), Índio, Kléber, Vinicius Rocha, Renan (goleiro), Juan, Bolívar, Ricardo Goulart, Jô e Andrezinho; Agachados: Leandro Damião, Oscar, Andrés D’Alessandro, Nei, Guilherme Dellatorre, Tinga, Élton, Pablo Guiñazu, Rodrigo Moledo e Wilson Matias;
Crédito: www.gettyimages.com/Jefferson-Bernardes/AFP
Em pé: Gabriel Milito , Hilario Navarro, Júlian Velázquez, Cristian Pellerano, Eduardo Tuzzio e Maxi Velázquez; Agachados: Marco Pérez, Osmar Ferreyra, Facundo Parra, Hernán Fredes e Iván Pérez;
Crédito: www.gazetapress.com/Edu-Andrade
Confira os lances da final da Recopa Sul-Americana;
Crédito: www.youtube.com/@pnlopes


Crônica do Jogo


É uma fonte que não seca, é uma rotina que não cansa, é uma história escrita sem ponto final. Ano após ano, desde 2006, o Inter conquista pelo menos um título de nível internacional. O novo integrante da lista é a Recopa Sul-Americana de 2011. Com excelente primeiro tempo de Leandro Damião, autor de dois gols, o time gaúcho bateu o Independiente por 3 a 1 e conquistou o bicampeonato.

Damião sobrou. Chegou a 34 gols na temporada e virou o grande protagonista do título. Kleber, cobrando pênalti sofrido por Jô, fechou o placar depois de o Independiente descontar. No primeiro jogo, na Argentina, o time de Avellaneda havia vencido por 2 a 1.

Assim, o Inter repete a conquista de 2007. Já são oito títulos internacionais desde 2006 – duas Libertadores, um Mundial, uma Sul-Americana, uma Copa Suruga e uma Copa Dubai completam a coleção. O título embala o Inter para o Campeonato Brasileiro. E tem Gre-Nal. Domingo, os colorados encaram seu maior rival no Olímpico.

O futebol certamente não era a preferência de Nietzsche, pensador dos mais pirados (e dos mais geniais), quando ele criou a tese do eterno retorno. Em um resumo simplista, é como se o mundo vivesse um ciclo em repeteco infinito: o passado, o presente e o futuro ocorrendo repetidas vezes, eternamente, sempre com os mesmos fatos. Se não entendeu, peça explicação a um colorado. Ele acorda, todos os dias, com a certeza de que Leandro Damião fará gol.

O Inter vive em um paradoxo de tempo e espaço. Está em eterno retorno por causa de seu camisa 9. O passado de gols dele, o presente de goleador dele, o futuro certamente de matador dele parecem se juntar a cada instante, se repetir a cada dia. Os gols de ontem são os gols de hoje e serão os gols de amanhã – um pouco diferentes uns dos outros, é bem verdade, mas sempre presentes.

Exageros à parte, não foi brincadeira o que o camisa 9 do Inter fez nos primeiros 45 minutos do jogo contra o Independiente. Ele marcou dois gols, quase deixou mais um, quase encerrou a carreira de Gabriel Milito, zagueiro com pompa de Europa, ex-jogador do Barcelona, que vai passar alguns dias se perguntando de onde saiu esse centroavante.

Cinco minutos separaram os dois gols. No primeiro, aos 20, Damião passou reto por dois marcadores pela ponta direita, especialmente por Milito, avançou área adentro e bateu. De bico. O mesmo jogador que havia feito um gol de bicicleta contra o Flamengo agora marcou de bico. Belo gol.

Aos 30, aconteceu o segundo. A bola viajou até a direção onde estavam Damião e Milito. No corpo, o colorado ganhou a jogada. A bola tocou no chão, subiu e já encontrou a chuteira do centroavante. Foi uma pancada em diagonal. Golaço.

Não foi tudo. Damião deu chapéu em um marcador e saiu fazendo embaixadinhas de cabeça. O Beira-Rio soltou um grito coletivo de prazer estético. O mesmo centroavante quase fez outro. Mandou uma patada cruzada. A bola voltou a encontrar a rede, mas por fora.

Mas havia um porém, um aviso, um recado. Por duas vezes, o Independiente chegou com força no ataque. Poderia ter diminuído, levado o jogo a um placar que renderia prorrogação. O sinal ficaria mais claro no segundo tempo.

Susto antes do título

Parecia encaminhado o título. Só parecia. Veio o segundo tempo, e com ele, a galope, veio o susto. Com apenas três minutos do período final, a defesa colorada vazou (o que também passa um sentimento de eterno retorno: acontece sempre), e Maxi Velázquez recebeu dentro da área, acossado apenas por Elton, para mandar chute forte. Muriel não teve muito a fazer. Era o gol do Independiente.

Ficou ruim. E poderia ter ficado ainda pior. Muriel fez defesa muito difícil em pancada de Ferreyra. No rebote, Pérez arrumou o corpo para empatar, mas Kleber cortou na hora certa.

A torcida tentava apoiar. Mas era palpável a tensão no estádio. O Inter se ajeitou em campo e quase ampliou – primeiro com Índio, de cabeça, depois com Dellatorre, parado pelo goleiro Navarro. E aí veio outra má notícia. D’Alessandro sentiu fisgada muscular e teve de ser substituído.

Andrezinho entrou no lugar dele. Jô também foi a campo, na vaga de Dellatorre. O Independiente passou a dar sinais de satisfação com o resultado. E foi punido. O goleiro Navarro fez pênalti em Jô. Kleber partiu para a cobrança. E fez. Era o gol do título.

Aí foi esperar, foi deixar o tempo passar, foi contar os minutos até mais um título. Doce rotina: desde 2006, ano após ano, o Inter conquista pelo menos um troféu estrangeiro. Também é um eterno retorno… (Fonte: globoesporte.globo.com)


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