Decidiu Classificação em Itaquera, Já Era

Jogadores do nacional comemoram a classificação para as Quartas de Final;
www.gazetaesportiva.com/Djalma-Vassão
Ficha Tecnica
Corinthians 2 x 2 Nacional
2016 Copa Libertadores – Oitavas de Final
Ficha Tecnica
• Competição (Tournament): Copa Libertadores da América 2016 – Oitavas de Final – 2º Jogo
• Data (Date): Quarta-Feira, 4 de Maio de 2016, as 21:45 hs (de Brasilia)
• Estádio (Stadium): Arena Corinthians “Itaquera”, em São Paulo/SP
• Público (Attendance): 43.098 pagantes – Renda: R$ 2.888.299,19
• Árbitro (Referee): Néstor Pitana (Argentina)
• Assistente 1 (Assistant Referee 1): Diego Bonfá (Argentina)
• Assistente 2 (Assistant Referee 2): Cristian Navarro (Argentina)
• Quarto Árbitro (Fourth Oficial): Jorge Baliño (Argentina)
• Advertências (Cautions): Ramirez 19′, Felipe 26′, Bruno Henrique 41′, Tabó 81′, S. Romero 85′, Porras 90′, Polenta 90’+2 e Egurén 90’+3
• Expulsão (Sent Off): Fágner, aos 45′ minutos do 2º tempo
Gols | Goals Gols | Goals
1-1 Lucca, aos 14’/1º 1-0 Nicol López, aos 5’/1º
2-2- Marquinhos Gabriel (pen), aos 49’/2º 2-1 Santiago Romero, aos 12’/2º
Sport Club Corinthians Paulista Club Nacional de Fútbol
Go
Df
Df
Df
Df
Mc
Mc
Mc
Mc
Mc
At
12 Cássio Ramos
23 Fágner
28 Felipe
03 Yago
06 Uendel
25 Bruno Henrique (Danilo)
00 Giovanni Augusto (Marquinhos)
07 Elias
26 Rodriguinho
30 Lucca (Romero)
09 André
Go
Df
Df
Df
Df
Mc
Mc
Mc
Mc
At
At
01 Esteban Conde
04 Jorge Fucile
28 Mauricio Victorino
23 Diego Polenta ©
22 Alfonso Espino
14 Gonzalo Porras (Egurén)
19 Santiago Romero
11 Leandro Barcia (Tabó)
07 Kevin Ramírez
30 Sebastián Fernández (Carballo)
09 Nicolás “Nico” López
Coach: Tite Coach: Gustavo Munúa
02
04
10
11
20
21
27
Edilson
Fabián Balbuena
Guilherme
Ángel Romero, aos 14’/2º
Danilo, aos 25’/2º
Marquinhos Gabriel, aos 48’/2º
Wálter (gk)
05
08
16
18
20
25
29
Erick Cabaco
Sebastián Eguren, aos 90’/2º
Matías Cabrera
Felipe Carballo, aos 22’/2º
Leo Gamalho
Luis Mejía (gk)
Cristian Tabó, aos 28’/2º
Tempo Normal Prorrogação Penalidades
1º T 2º T Final 1º T 2º T Final Normal Altnds Final
1 x 1 1 x 1 2 x 2
# Com esse resultado o Nacional classificou-se para as Quartas de Final;
# O Nacional de Montevideu classificou-se por ter marcado gols fora de casa;
# Esteban Conde defendeu um pênalti cobrado por André aos 37′ do 2º tempo;
# Curiosidade: Esta é a quinta eliminação seguida do Corinthians em seu estádio;
# Links Externos (External Links): www.conmebol.com/confederacion-sudamericana-de-futbol
# Links Externos (External Links): www.soccerway.com/copa-libertadores-2016/oitavas-de-final
# Links Externos (External Links): globoesporte.globo.com/futebol-internacional

Eliminado de Novo

O Corinthians não foi o time frio que prometia ser para ir além das oitavas de final da Copa Libertadores da América. Nesta quarta-feira, a equipe comandada por Tite repetiu o seu fracasso de 2015 – eliminação nesta fase do torneio continental logo após cair nos pênaltis nas semifinais do Campeonato Paulista – ao empatar com o uruguaio Nacional por 2 a 2 em Itaquera.

Havia tensão na Zona Leste de São Paulo antes mesmo de a bola rolar. A torcida organizada do Corinthians fez festa com o uso dos controversos sinalizadores, o que retardou o início do jogo. Pouco tempo depois, Nico López abriu o placar em um vacilo da defesa corintiana. A reação veio ainda no primeiro tempo, com Lucca, porém Romero (o uruguaio) reduziu as esperanças brasileiras no segundo. André ainda desperdiçou um pênalti – o sétimo da sua equipe em dez batidos no ano. Marquinhos Gabriel converteu o 11º no final.

Após considerar que tinha conquistado um bom resultado ao empatar por 0 a 0 com o Nacional em Montevidéu, portanto, o Corinthians não soube tirar proveito da “vantagem” para evitar a manutenção de um trauma recente. Já são cinco eliminações acumuladas em Itaquera – antes, o time parou em Palmeiras (Campeonato Paulista), Guaraní, do Paraguai, (Libertadores), Santos (Copa do Brasil) e mais recentemente Grêmio Osasco Audax (Paulista).

A queda desta semana foi ainda a sétima do Corinthians em uma oitavas de final de Libertadores, somando-se às de 1991, 2003, 2006, 2010, 2013 e 2015. Fora do torneio continental, os comandados do antes elogiado Tite precisarão se conformar em iniciar a defesa do título brasileiro do ano passado. A estreia na competição de pontos corridos será contra o Grêmio, em Itaquera, no domingo de 15 de maio. Nesse período, o Nacional irá se preparar para enfrentar o vencedor do confronto entre Boca Juniors, da Argentina, e Cerro Porteño, do Paraguai.

O jogo – A torcida resolveu incendiar a partida em nome do Corinthians. Minutos antes de o árbitro Néstor Pitana soar o seu apito, o público organizado acendeu os seus polêmicos sinalizadores atrás do gol defendido por Cássio, o que trouxe muita fumaça para dentro de campo.

Não demorou para que o ambiente ficasse ainda mais nebuloso para o Corinthians. Aos quatro minutos, o Nacional aproveitou uma falha generalizada da defesa do time da casa para abrir o placar. Em posição duvidosa, Nico López cruzou para a área da direita, e Fagner levou a pior pelo alto. O mesmo centroavante ficou com a sobra após disputa entre Cássio e Fernández e chutou para a rede.

Já àquela altura, estava excluída a possibilidade de a vaga nas quartas de final ser decidida por meio dos pênaltis, já traumáticos para o Corinthians nesta temporada. A “frieza” que Tite tanto pediu aos seus jogadores na véspera do jogo, no entanto, começava a faltar à sua equipe também com a bola rolando.

Foram com cobranças de escanteio, em meio à gritaria da torcida, que o Corinthians voltou para a partida. Felipe assustou o Nacional com duas boas cabeçadas depois de tiros de canto.

Aos 14 minutos, o Corinthians marcou o gol de empate. Giovanni Augusto tabelou com Fagner pela direita e colocou a bola na área do Nacional. Lá dentro, Victorino e Fucile se atrapalharam com a presença de André, e Lucca ficou livre para empurrar para dentro.

Lucca extravasou e reagiu como um torcedor após a igualdade. Ergueu a mão para o céu, cumprimentou quase todos os seus companheiros e brandiu os braços no ar. De tão empolgado, ficou afoito e passou a abusar do individualismo, embora fosse uma boa válvula de escape pela esquerda. Na direita, Giovanni Augusto, recuperado de lesão bem antes do previsto, sentia o ritmo intenso da partida.

Mesmo com a classificação assegurada com um empate, o Nacional não cedeu facilmente à pressão corintiana. O técnico Gustavo Munúa adiantou a marcação do seu time, prejudicando a saída de jogo adversária. Muitos torcedores, então, contrariaram Tite e impacientaram-se nas arquibancadas. Rodriguinho colaborava com a irritação com erros de passe e de domínio.

Para acalmar o público, o Corinthians colocou a bola no chão. Aos 33, Elias avançou bem pelo meio e deixou Lucca em condições de marcar o seu segundo gol na ponta esquerda. Desta vez, o goleiro Conde fez a defesa com o pé. Pouco depois, Rodriguinho desperdiçou outra boa chance, cabeceando por cima do gol após cruzamento de Fagner.

Apesar da melhora, o final do jogo foi preocupante para o Corinthians. Giovanni Augusto reclamou de dores e quase deu lugar a Marquinhos Gabriel. E, aos 45, o mesmo meia titubeou por causa de Nico López (que pedia para receber atendimento médico e levantou-se em seguida), gerando pane na defesa corintiana. Na sequência do lance, Cássio evitou o gol uruguaio com grande defesa em cabeceio de Fernández.

A malandragem de Nico López foi um prenúncio de que a partida ficaria bastante pegada no segundo tempo. Os jogadores das duas equipes só desceram para o vestiário depois de muita confusão. O Corinthians, com pressa, retornou de lá rapidamente. O Nacional, satisfeito com o resultado parcial, valorizaria o tempo o máximo que pudesse.

E a tranquilidade do Nacional superou o ímpeto corintiano. Depois de 14 muitos de contundência (ainda que sem tanta organização) da equipe mandante, a visitante chegou ao gol. Fernández recebeu de Nico López e bateu de fora da área. Cássio espalmou, e Romero finalizou cruzado e certeiro no rebote.

De imediato, Tite apostou em Romero e no estreante Marquinhos Gabriel nos lugares de Lucca e Giovanni Augusto. Como o Corinthians continuou abatido, apenas rolando a bola de um lado a outro diante da área, o técnico resolveu contar também com a experiência de Danilo. Bruno Henrique saiu vaiado para a entrada do meia. Guilherme, apática principal contratação para 2016, permaneceu no banco de reservas.

Mudado, o Corinthians iniciou um jogo de ataque contra defesa diante do Nacional. A melhor chance para empatar apareceria aos 37 minutos, quando Marquinhos Gabriel foi derrubado por Polenta. Pênalti. André se apresentou para a cobrança, deu a sua paradinha característica e praticamente jogou nas mãos de Conde a vaga nas quartas de final da Libertadores.

No final, a noite melancólica ainda teve a expulsão de Fagner, por cometer uma falta com o jogo parado. E, mesmo com um atleta a menos, o time de Tite alcançou o empate. Em uma penalidade – agora, bem cobrada por Marquinhos Gabriel (apesar dos gritos da torcida para Danilo bater), no penúltimo minuto de vida do Corinthians na Copa Libertadores da América deste ano.

# Fonte: www.gazetaesportiva.com/Helder-Júnior-e-Tomás-Rosolino


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