18/04/2013 – Huachipato 1 x 1 Grêmio

O Grêmio segurou o empate e classificou-se para as Oitavas de Final;
Crédito: gremio1983.blogspot.com.br
Ficha Tecnica
Huachipato 1 x 1 Grêmio
Copa Libertadores da América de 2013
Ficha Tecnica
• Competição (Tournament): Copa Libertadores de 2013 – 1ª Fase – Grupo 8 – 6ª Rodada
• Data (Date): Quinta-Feira, 18 de Abril de 2013, as 22:00 hs (de Brasilia)
• Estádio (Stadium): Huachipato-CAP Acero, em Talcahuano (Chile)
• Público (Attendance): 9.032 expectadores
• Árbitro (Referee): Martin Vazquez (Uruguai / Uruguay)
• Assistente 1 (Assistant Referee 1): Miguel Nievas (Uruguai / Uruguay)
• Assistente 2 (Assistant Referee 2): Nicolas Taran (Uruguai / Uruguay)
• Quarto Árbitro (Fourth Oficial): Eduardo Gamboa (Chile)
• Advertências (Cautions): Zé Roberto 49′, Francisco Arrué 68′, Pará 71′, Nicolás Núñez 79′, Eduardo Vargas 79′ e Fernando 88′
• Expulsão (Sent Off): Nenhuma (None)
Gols | Goals Gols | Goals
1-1 Miguel Aceval (Falta), aos 43’/2º 1-0 Zé Roberto, aos 32’/1º
Club Deportivo Huachipato Grêmio Foot-Ball Porto-Alegrense
Go
Df
Df
Df
Df
Mc
Mc
Mc
Mc
At
At
01 Nery Veloso
22 José Conteras
28 Claudio Muñoz
24 Miguel Aceval
15 Nicolás Crovetto
16 Gabriel Sandoval (Arrué)
21 Lorenzo Reyes
10 Daniel González
04 Nicolás Núñez (Llanos)
09 Federico Falcone (Reynero)
17 Braian Rodríguez
Go
Df
Df
Df
Df
Mc
Mc
Mc
Mc
At
At
01 Dida
02 Pará
04 Werley
15 Bressan
27 André Santos
29 Adriano (Alex Telles)
17 Fernando
05 Souza
10 Zé Roberto ©
08 Eduardo VARGAS (Welliton)
28 Hernán BARCOS (Kleber)
Coach: Jorge Pellicer Coach: Vanderlei Luxemburgo
12
06
07
11
19
23
27
Miguel Jiménez (gk)
Mauricio Yedro
Francisco Arrué, aos 17’/2º
Felipe Reynero, aos 14’/2º
David Llanos, aos 39’/1º
Juan Abarca
Juan Espinoza
06
12
13
14
18
26
30
Misael
Marcelo Grohe (gk)
Alex Teles , aos 24’/1º
Douglas Grolli
Tony Maraial
Wellinton, aos 33’/2º
Kléber Gladiador, aos 32’/2º
Tempo Normal Prorrogação Penalidades
1º T 2º T Final 1º T 2º T Final Normal Altnds Final
0 x 1 1 x 0 1 x 1
# Com esse resultado o Grêmio classificou-se para as Oitavas de Final em 2º lugar;
# O Grêmio tomou a vaga do Deportivo Huachipato pelo saldo de gols, 4 x 2;
# O Grêmio irá enfrentar o Independiente Santa Fé, da Colômbia, nas Oitavas de Final;
# Links Externos (External Links): www.conmebol.com/copa-libertadores/fichas
# Links Externos (External Links): www.soccerway.com/south-america/copa-libertadores
# Links Externos (External Links): globoesporte.globo.com/futebol-internacional
Classificação Geral do Grupo
Clube PG J V E D GP GC SG
• Fluminense Football Club (Brasil) 11 6 3 2 1 5 5 0
• Grêmio Foot-Ball Porto-Alegrense (Brasil) 8 6 2 2 2 10 6 4
• Club Deportivo Huachipato (Chile) 8 6 2 2 2 10 8 2
• Caracas Fútbol Club (Venezuela) 6 6 2 0 4 6 12 -6

Crônica do Jogo

Está salvo, vivo e renovado o “Projeto Libertadores”. O Grêmio não fez chover, como sugere a cidade de Talcahuano, cuja tradução é “céu trovejante”, mas arrancou um empate em 1 a 1 sofrido e brigado com o Huachipato para se classificar às oitavas de final. Literalmente brigado. O espetáculo em campo deu lugar a um clima de guerra assim que o árbitro encerrou a partida. O técnico do Huachipato, Jorge Pellicer, invadiu o campo e se estranhou com Vanderlei Luxemburgo, gerando confusão generalizada, com direito a invasão de torcedores. Na ida para o vestiário, na entrada do túnel de acesso, o treinador tricolor escorregou e caiu no gramado, sendo agredido. A polícia agiu rapidamente e impediu um problema ainda maior.

Com o triunfo do Fluminense sobre o Caracas, o Grêmio acabou em segundo do Grupo 8 e vai enfrentar o Santa Fé-COL, decidindo o mata-mata fora de seus domínios, em data a ser definida. A equipe não terá Zé Roberto no jogo de ida. Autor do gol tricolor contra os chilenos, ele levou o terceiro cartão amarelo.

Apesar do gol sofrido no fim – Aceval empatou aos 43 do segundo tempo, dando contornos dramáticos ao até então jogo mais importante do semestre para o Grêmio -, a partida desta quinta, na portuária Talchuano, a 500 quilômetros da capital Santiago, mostrou que, da clarividência do capitão Barcos às defesas seguras de Dida, o time de Luxemburgo tem algo além daquela equipe insossa, sem brilho nem gols dos últimos jogos do Gauchão. O estadual, aliás, é a próxima parada gremista. Enfrenta o São Luiz, na segunda, pelas quartas de final da Taça Farroupilha.

Sempre abaixo dos cinco mil na Libertadores, a torcida do Huachipato desta vez atendeu ao chamado, aproveitou a promoção de dois ingressos por um e encheu o pequeno estádio CAP. Encheu, mas não lotou. Com alguns espaços vazios, não chegou a dez mil espectadores. Mesmo assim, todos os chilenos gritaram em uníssono por dois nomes em especial: o então artilheiro da Libertadores, Braian Rodríguez, e… Vargas. Sim, valeu mais a nacionalidade do atacante gremista do que a momentânea rivalidade.

A novidade mesmo ficou por conta de Vanderlei Luxemburgo, que alçou Barcos a capitão. Uma exceção à regra, para aproveitar o castelhano afiado do argentino. A longo prazo, o dono da braçadeira segue sendo Zé Roberto. Aliás, o meia virou atacante, compondo uma linha de três, com Vargas e Barcos. Foi a surpresa maior de Luxa, sem poder contar com Elano, lesionado, e usando também três volantes.

E o jogo começou à feição do Grêmio. Um Huachipato afobado, primando pelo atropelo, deu espaço ao tão almejado contragolpe tricolor. Vargas se sentiu à vontade no lado direito, enquanto Zé ocupava a ponta oposta. A primeira chance, inclusive, foi brasileira. Pará cruzou, a bola viajou às costas da zaga e caiu na cabeça de Barcos. O Pirata, sem cavanhaque, mas com fome de gol, até porque não marca há seis jogos, torneou, mas errou o alvo, aos seis minutos. A resposta foi instantânea. Pelo alto, conforme anunciado e alertado pelo próprio Grêmio. Braian Rodríguez levou a melhor sobre Bressan, substituto de Cris, suspenso. Mas parou nas mãos gigantes de Dida.

O estádio, enfim, se transformou num caldeirão com o frisson pelo gol iminente. Mas logo voltaria a emudecer. Aos 17, Barcos tinha à frente dois zagueiros e um balão torto da zaga. Transformou o obstáculo em chance de gol. Desvencilhou-se dos dois e chutou por cima. Poderia até ter servido a Zé Roberto, que passou zunindo ao seu lado. Pouco tempo depois, Pará demorou a passar para o camisa 10, que levou as mãos ao céu enquanto saltitava tamanha a bronca com o erro do colega.

Aos 32, André Santos, mais avançado, lançou Barcos, que aparou de cabeça. Ela chegou até Zé com o camisa 10 de costas. Mas, enfim, chegou, após duas tentativas frustradas. Criativo, tirou um movimento de puxeta para não precisar dominar a bola. Veloso sujou o impagável uniforme rosa em vão: Grêmio 1 a 0, com Zé Roberto, o Zé da galera, do gol e, nesta noite, do ataque.

Luxa, que deu pulinhos e urros de indignação com o erro anterior de Fernando, desta vez abriu o sorriso, abraçou os integrantes do banco de reservas. Um gol que valia muito, pois o Huachipato precisaria virar para arrancar a classificação do Grêmio. O que não conseguiu no primeiro tempo, que chegou ao fim com inabalável cantoria dos “hinchas” chilenos.

Fora da partida por lesão, Marco Antonio acompanhou a partida ao lado de Cris, Busatto, Willian José e Jean Deretti. Ao deixar o espaço e ir ao corredor, foi abordado por um torcedor. Eufórico, ele recomendou.

Que nada. O Grêmio seguiu fazendo o que, em tese, o seu grupo sempre teve potencial: jogar bom futebol, em vez de apenas se retrancar. Mas é fato que foi bastante fustigado pelo Huachipato, embora sem chances claras de gol. O perigo maior eram os cruzamentos, que muitas vezes passavam como se fossem chutes, de tão venenosos. A melhor delas foi aos oito minutos, em cobrança de falta de González raspando o poste.

Coube a Zé Roberto, tomando gosto pelo ataque, tirar o marasmo do embate. Aos 23, invadiu a área e colocou de pé canhoto. O ângulo estava à espera da bola, mas ela teimou em fazer a curva pela linha de fundo. Mas Zé já havia marcado uma vez. E havia Dida, em noite até ali mais do que inspirada. A vaga seria do Grêmio, mas com drama de novela mexicana no final.

Werley sentindo dores musculares deixou o time com um a menos, afinal, Luxa havia feito as três trocas – Alex Telles, Welliton e Kleber entraram. Assim, Souza virou zagueiro. O defensor pulava em campo, não conseguia correr. Foi para o ataque só para fazer número. Sem um marcador, o Huachipato pressionava. Fernando, na entrada da área, tocou a bola com a mão. Falta perigosa, que Aceval cobrou e empatou, aos 43 minutos. Dida nem saltou, e pareceu ter pedido desculpas aos companheiros.

Praticamente com um a menos, o Grêmio segurou a pressão. Teve três escanteios contra em sequência. Mas o sufoco passou. Está nas oitavas.

# Fonte: globoesporte.globo.com/Reportagem/Alexandre-Lozetti


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