18/04/2013 – Fluminense 1 x 0 Caracas FC

Fluminese vence fraco Caracas e garante liderança de seu grupo;
Crédito: globoesporte.globo.com/Felipe-Dana/AP
Ficha Tecnica
Fluminense 1 x 0 Caracas
Copa Libertadores da América de 2013
Ficha Tecnica
• Competição (Tournament): Copa Libertadores de 2013 – 1ª Fase – Grupo 8 – 6ª Rodada
• Data (Date): Quinta-Feira, 18 de Abril de 2013, as 22:00 hs (de Brasilia)
• Estádio (Stadium): CR Vasco da Gama – São Januário, no Rio de Janeiro/RJ
• Público (Attendance): 10.224 pagantes – Renda: R$ 223.070,00
• Árbitro (Referee): Néstor Fabián Pitana (Argentina)
• Assistente 1 (Assistant Referee 1): Diego Yamil Bonfá (Argentina)
• Assistente 2 (Assistant Referee 2): Ernesto Javier Uziga (Argentina)
• Quarto Árbitro (Fourth Oficial): Marcelo de Lima Henrique (Brasil / Brazil)
• Advertências (Cautions): Guerra 25′, Peña 38′, Edinho 57′, Nem 69′ e Jiménez 77′
• Expulsão (Sent Off): Nenhuma (None)
Gols | Goals Gols | Goals
1-0 Ratael Sóbis, aos 8’/2º
Fluminense Football Club Caracas Fútbol Club
Go
Df
Df
Df
Df
Mc
Mc
Mc
At
At
At
12 Diego Cavalieri
02 Bruno
03 Gum
04 Leandro Euzébio
06 Carlinhos
05 Edinho
07 Jean
19 Wágner (Felipe)
23 Rafael Sobis (Monzón)
22 Rhayner
11 Wellington Nem (Samuel)
Go
Df
Df
Df
Df
Mc
Mc
Mc
Mc
At
At
25 Renny Vega
13 René Flores
24 Elionai Sánchez
06 Rubert Quijada
04 Amaral
15 Rómulo Otero
08 Edgar Jiménez
16 Juan Guerra (Hinestroza)
10 Louis Peña (Meza)
09 Daniel Curé
27 Edder Farías (Cabezas).
Coach: Abel Braga Coach: Ceferino Bencomo
01
08
13
16
18
28
29
Ricardo Berna (gk)
Diguinho
Digao
Felipe, aos 29’/2º
Luciano MONZÓN, aos 44’/2º
Fabio
Samuel, aos 39’/2º
03
05
11
18
20
23
26
Edwin Peraza
Alexis Hinestroza, aos 31’/1º
Fernando Cabezas, aos 15’/2º
Luis González
Jesús Meza, aos 26’/2º
Pedro Caraballo (gk)
José Reyes
Tempo Normal Prorrogação Penalidades
1º T 2º T Final 1º T 2º T Final Normal Altnds Final
0 x 1 1 x 0 1 x 0
# Com esse resultado o Fluminense classificou-se para as Oitavas de Final em 1º lugar;
# O Fluminense irá enfrentar o Emelec, do Equador, nas Oitavas de Final;
# Links Externos (External Links): www.conmebol.com/copa-libertadores/fichas
# Links Externos (External Links): www.soccerway.com/south-america/copa-libertadores
# Links Externos (External Links): globoesporte.globo.com/futebol-internacional
Classificação Geral do Grupo
Clube PG J V E D GP GC SG
• Fluminense Football Club (Brasil) 11 6 3 2 1 5 5 0
• Grêmio Foot-Ball Porto-Alegrense (Brasil) 8 6 2 2 2 10 6 4
• Club Deportivo Huachipato (Chile) 8 6 2 2 2 10 8 2
• Caracas Fútbol Club (Venezuela) 6 6 2 0 4 6 12 -6

Crônica do Jogo

O Fluminense fez o dever de casa. Contra um limitado time do Caracas-VEN, os tricolores chegaram a levar sustos, mas nos pés de Rafael Sobis encontraram a salvação. O atacante fez o gol da vitória por 1 a 0, na noite desta quinta-feira, em São Januário, e ajudou a garantir a primeira colocação do Grupo 8 da Libertadores, com 11 pontos. O Grêmio, que empatou com o Huachipato (1 a 1), no Chile, ficou em segundo. Com a classificação de cariocas e gaúchos, é a primeira vez que seis times brasileiros avançam às oitavas de final. O adversário do Flu na próxima fase é o Emelec, do Equador. O Tricolor disputa a segunda partida em casa. As datas ainda serão divulgadas. Se passar pelo Emelec, o Fluminense enfrentará o vencedor do duelo entre Olimpia e Tigre.

– É bom se sentir importante, num momento importante. Fizemos um jogo para classificar, fomos inteligentes na medida do possível, vínhamos de uma sequência forte de jogos. O que vale é o resultado final – disse Rafael Sobis, herói do jogo.

Antes de a bola rolar, uma pequena parte do público presente (12.158) chamou a atenção no espaço destinado aos torcedores do Caracas. Nada a ver com futebol. Opositores ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, levaram cartazes pedindo a recontagem dos votos que elegeram o chavista por uma margem pequena. Porém, houve ameaça por parte de quem é a favor do mandatário atual. E os opositores deixaram o estádio. O público pagante foi de 10.224, com renda de R$ 223.070,00.

Antes de voltar à Libertadores, os comandados do técnico Abel Braga têm um compromisso pela última rodada da fase de grupos da Taça Rio, domingo, contra o Bangu, às 16h (de Brasília), em São Januário.

A torcida afagou seu lateral-esquerdo com cantos de “Força, Carlinhos” – na última semana, sua esposa, que estava grávida, perdeu o bebê. O incentivo parece ter mexido com o jogador. Eram pelo lado esquerdo as investidas preferenciais. Mas o Fluminense também encontrava certa facilidade. René Flores dava espaço e não recebia muito auxílio dos seus companheiros de meio de campo, que deixavam os passes de Wagner e Rafael Sobis chegarem sem problemas. Além disso, o time venezuelano entregava a bola para os tricolores em seguidas saída de jogo. O caminho para o gol tricolor parecia simples.

Em um dos lances de Carlinhos, faltou a Wellington Nem mais um pouquinho de altura para mandar a bola para a rede. O atacante, de 1,65m de estatura, finalizou de cabeça na pequena área. Direto para fora. A Rhayner faltou foi aquela sorte que teve ao tentar cruzar e estufar a rede contra o Resende, auxiliado por um toque do goleiro Mauro, em seu primeiro e único gol com a camisa tricolor. Desta vez, ele deu um chute bonito, colocado, que parou no travessão.

O Caracas chegou a dar sustos em lances de bola parada. Mas os sustos maiores foram dados pelo goleiro Renny Vega. Sempre atabalhoado para cortar cruzamentos, desguarneceu por vezes a baliza. No entanto, fez o milagre quando solicitado. Saiu mal, como de costume, mas voltou a tempo de evitar o que parecia já estar decretado. Leandro Euzébio só poderia lamentar a defesa.

Na volta do intervalo, Wellington Nem mudou para o lado direito do ataque para explorar o cansaço do lateral-esquerdo brasileiro Amaral. Uma estratégia para confundir e surpreender o adversário. Confuso mesmo ficou Gum. O zagueiro vacilou na saída de jogo e entregou o doce para Peña. O meia finalizou bem, mas a bola foi para fora, raspando a trave direita de Cavalieri.

O Fluminense parecia não ter entrado em campo ainda na segunda etapa. Ninguém acreditava muito no cruzamento que virou finalização de Cure. A bola explodiu na trave de Diego Cavalieri e pipocou no meio da área até a defesa tricolor afastar, aos sete minutos. Aos oito, João de Deus entrou em ação para aliviar o sofrimento. Carlinhos cruzou, Rhayner dividiu, e a sobra, na medida, caiu nos pés de Rafael Sobis. O atacante bateu firme, sem chances para Vega. Preciso, anestésico. A torcida inflou os pulmões. Gritos de alegria soltos.

Entre um ataque e outro, os comandados de Abel ajudavam a aumentar os batimentos dos torcedores. Cabezas cruzou todo torto, parecia mandar na lua, mas a bola caiu no travessão. Depois, Cure recebeu na área e bateu no cantinho. Diego Cavalieri salvou. Felipe ainda entrou no lugar de Wagner para cadenciar a partida. Jean quase ampliou. Houve um bate-rebate na área, mais uma chance para marcar, mas a classificação estava garantida com o 1 a 0. Fim de papo, e os jogadores, que durante o jogo se perguntavam quem seria o adversário, tiveram a resposta: Emelec.

# Fonte: globoesporte.globo.com/Reportagem


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