Vitória Goleia Bahia na Reinauguração da Fonte Nova

Na reinauguração da Fonte Nova o Vitória massacrou o Bahia;
Crédito: globoesporte.globo.com/Leogump-Carvalho/Frame/Agência-Estado
Ficha Tecnica
Bahia 1 x 5 Vitória
Campeonato Baiano de Futebol de 2013
Ficha Tecnica
• Competição (Tournament): Campeonato Baiano de 2013 – 13ª Rodada
• Data (Date): Domingo, 7 de Abril de 2013, as 16:00 hs (de Brasilia)
• Estádio (Stadium): Octávio Mangabeira “Itaipava Arena Fonte Nova” em Salvador/BA
• Público (Attendance): 32.274 pagabtes (Total: 37.274) – Renda: R$ 1.954,000,00
• Árbitro (Referee): Wilton Pereira Sampaio/BA (FIFA)
• Assistente 1 (Assistant Referee 1): Adson Márcio Lopes Leal/BA (FBF)
• Assistente 2 (Assistant Referee 2): José Raimundo Dias da Hora/BA (FBF)
• Quarto Árbitro (Fourth Oficial): Marielson Alves Silva/BA (FBF)
• Advertências (Cautions): Escudero 16′, Adriano 23′, Fahel 26′, Luís Alberto 59′ e Gabriel 86′
• Expulsão (Sent Off): Nenhuma (None)
Gols | Goals Gols | Goals
1-3 Zé Roberto, aos 21’/2º 1-0 Renato Cajá (pên), aos 41’/1º
2-0 Maxi Biancucchi, aos 5’/2º
3-0 Michel, aos 12’/2º
4-1 Vânder 29’/2º
5-1 Damián Escudero, aos 39’/2º
Esporte Clube Bahia Esporte Clube Vitória
Go
Df
Df
Df
Df
Mc
Mc
Mc
Mc
At
At
01 Marcelo Lomba (Omar)
02 Neto
04 Titi
03 Danny Morais
06 Magal
15 Diones
07 Fahel ©
05 Hélder
10 Paulo Rosales (Talisca)
11 Adriano (Zé Roberto)
09 Obina
Go
Df
Df
Df
Df
Mc
Mc
Mc
At
At
At
01 Deola ©
02 Nino Paraíba
03 Victor Ramos
04 Gabriel Paulista
06 Mansur
05 Michel (Edson Magal)
08 Luís Alberto
10 Renato Cajá (Marquinhos)
11 Damián ESCUDERO
07 Maxi BIANCUCCHI (Vânder)
09 Dinei
Coach: Jorginho Coach: Caio Junior
12
13
14
15
16
17
18
Marquinhos
Omar, aos 34’/2º
Brinner
Jussandro
Anderson Talisca, aos 9’/2º
Zé Roberto, aos 17’/2º
Matheus
12
13
14
15
16
17
18
Wilson (gk)
Marcos
Cardoso
Edson Magal, aos 34’/2º
Luis CÁCERES
Marquinhos, aos 24’/2º
Vânder, aos 26’/2º
Tempo Normal Prorrogação Penalidades
1º T 2º T Final 1º T 2º T Final Normal Altnds Final
0 x 1 1 x 4 1 x 5
# Este jogo marcou a Reinauguração da Arena Itaipava Fonte Nova;
# Com essa derrota o treinador do Bahia, Jorginho, foi demitido;
# Links Externos (External Links): www.conmebol.com/copa-libertadores/fichas
# Links Externos (External Links): www.soccerway.com/south-america/copa-libertadores
# Links Externos (External Links): globoesporte.globo.com/futebol-internacional

.:: Galeria de Imagens ::.
Depois da reforma para a Copa do Mundo o estádio da Fonte Nova voltou a ativa;
Crédito: globoesporte.globo.com/AFP

Crônica do Jogo

O mando de campo é do Bahia, mas a Fonte Nova continua sendo a segunda casa do Vitória. Seis anos depois da interdição, o estádio foi reinaugurado neste domingo com um público presente de 37.410, com 32.274 pagantes, que proporcionaram uma renda de:1.954.900,00. O cenário mudou, mas o roteiro continuou o mesmo. Assim como nos últimos oito clássicos disputados na antiga Fonte Nova, o Tricolor não conseguiu vencer. O Vitória levou a melhor, ganhou por 5 a 1, aumentou a invencibilidade no local e pode se orgulhar de começar a nova era com a mesma certeza com que terminou em 2007: clássico na Fonte Nova é sinônimo de alegria rubro-negra.

Com enredo diferente, o primeiro Ba-Vi do principal estádio da Bahia teve o mesmo fim do último. Se em 22 de abril de 2007, em um jogo com três viradas, o Vitória precisou lutar até o último minuto para vencer por 6 a 5, o triunfo desta vez foi mais tranquilo. Melhor posicionado taticamente, o Leão passou quase todo o segundo tempo com a missão apenas de garantir o resultado feito nos minutos iniciais. Renato Cajá, Maxi Biancucchi, Michel, Vander e Escudero garantiram a festa. Zé Roberto fez o gol de honra do Bahia. Para piorar a noite tricolor, o técnico Jorginho deixou o comando do time após a partida.

Com o triunfo deste domingo, o Rubro-Negro chegou a oito jogos sem perder para o maior rival na Fonte Nova. A última vez que o Bahia deixou o estádio vencedor foi em fevereiro de 2004. Mas no geral, no entanto, a supremacia ainda é tricolor: 126 triunfos do Bahia e 79 do Vitória – houve ainda 102 empates.

Os três pontos conquistados no clássico dão ainda mais tranquilidade ao Rubro-Negro no Campeonato Baiano. O time de Caio Junior chegou aos 12 pontos conquistados – três a mais que o segundo colocado no grupo, o Juazeirense – e tem 100% de aproveitamento. Do outro lado, mesmo com a goleada sofrida, o Bahia se mantém na primeira colocação, com cinco pontos ganhos.

A bola volta a rolar para as duas equipes no meio da semana. Mas por uma outra competição. Vitória e o Tricolor vão estrear na Copa do Brasil. Na quarta-feira, o Rubro-Negro vai ao Mato Grosso para enfrentar o Mixto. No dia seguinte, o Bahia enfrentará o Maranhão.

De início, o que todos no estádio queriam saber era quem ia fazer o primeiro gol da Arena Fonte Nova. De qual pé ou cabeça sairia a bola que balançaria a rede do novo estádio pela primeira vez? Qual lado da rivalidade teria o prazer de vibrar e transformar em aquarela as arquibancadas verdes do estádio? A resposta demorou para chegar. Antes do grito solto e explosivo de gol, a Fonte Nova ouviu muitos “uuuh”, muitos “levanta” e “senta”, e viu muita mão na cabeça por causa daquela bola que passou perto, mas, por um capricho do destino, não encontrou as redes.

Quem viveu esse momento primeiro foi o lado tricolor. Logo aos três minutos, Adriano entrou por trás da zaga e bateu no canto. Deola se esticou e desviou com a ponta dos dedos. Ela passou tirando o primeiro pedaço de tinta da trave. O Bahia ainda teve oportunidades com Marquinhos, Magal e Obina, mas nenhum dos três conseguiu entrar para a história.

Do lado rubro-negro, a alegria inicial surgiu em forma de reclamação. Neto tocou com a mão na bola dentro da área, e o árbitro mandou o jogo seguir. Aos 31 minutos, Maxi Biancucchi cruzou da direita e, sem ninguém no gol, Escudero chegou atrasado. Mas dez minutos depois, apareceu, enfim, a resposta que todos queriam. Mansur foi derrubado na área. Pênalti marcado.

Dinei pediu para bater. Conversou com Renato Cajá, que decidiu assumir a responsabilidade. O meia caminhou lentamente e, com o pé esquerdo, mandou no canto direito do goleiro Marcelo Lomba. A pergunta estava respondida. A arquibancada verde do estádio se transformou em uma aquarela em êxtase vermelha e preta.

Seguindo os versos do hino, o Vitória gostou de provar o gosto de ser “um nome na história”. O Rubro-Negro voltou para o segundo tempo ainda com mais sede de gol. E de transformar a Fonte Nova em sua segunda casa. O que era um jogo disputado no primeiro tempo se transformou em chocolate na segunda etapa.

Com o Bahia perdido em campo, o Vitória se encontrou fácil no gramado da Fonte Nova. Logo aos cinco minutos, Maxi Biancucchi entrou na área e mandou de cobertura para fazer um belo gol. A festa que já era rubro-negra ficou ainda maior. No minuto seguinte, Obina chegou a balançar as redes, mas o auxiliar marcou equivocadamente impedimento do atacante tricolor.

O primeiro grito de gol da torcida do Bahia não saiu. O que se ouviu, na verdade, nos arredores do estádio, foi mais uma vibração do Leão da Barra. Depois de tabelar com Dinei, Michel bateu forte, contou com a ajuda de Marcelo Lomba e começou a transformar a vitória em goleada.

Mesmo dominado em campo, o Bahia ainda tentou uma reação. Zé Roberto aproveitou cruzamento de Magal para fazer o gol que acabou sendo de honra do Tricolor. Poderia ser uma reação. Mas não foi. O Vitória não deu espaço para o rival acreditar em um empate. Vander, que foi dispensado do Bahia por deficiência técnica, e Escudero fecharam a goleada histórica na Fonte Nova.

Em clima de festa, a torcida do Vitória só queria saber de comemorar. Ziriguidum e “Ah, lelek lek lek” viraram a trilha sonora da inauguração da Arena Fonte Nova. Com mais da metade da torcida do Bahia já fora da Arena, os rubro-negros encontraram mais um estádio para chamar de seu. A segunda casa do Vitória: “A-ha, u-hu, a Fonte Nova é nossa”.

# Fonte: globoesporte.globo.com/Reportagem


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